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quinta-feira, 8 de agosto de 2019


PARCERIA ENTRE SINPOL E UNIMED OFERECE PLANO DE SAÚDE





FOTOS DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (SINPOL/DF):
 www.sinpoldf.com.br
FOTOS DO SITE DA UNIMED: www.centralnacionalunimed.com.br


   O Sindicato da Polícia Civil do Distrito Federal (SINPOLDF) e a Confederação Nacional das Cooperativas Médicas (UNIMED) (FOTO) lançam, nessa quinta-feira, (08/08), o um plano de saúde. O objetivo é preencher, a carência reduzida para novas adesões, em qualquer uma das modalidades disponíveis:  Clássico, Estilo, Absoluto e Superior, com opções tanto de enfermaria quanto de quarto privativo. Nas condições oferecidas pela operadora, ficam mantidas apenas as carências para parto e doenças preexistentes. As demais serão retiradas em até 30 dias.
         Segundo o Sinpol/DF, “para ter o plano com essa vantagem é necessário preencher, a ficha de adesão e entregar a documentação necessária na sua própria sede, no Departamento de Polícia Especializada (DPE). A Sede fica localizada na Estrada Parque Taguatinga (EPTG), no sentido pra quem vai, para o Plano Piloto”. O Sinpol/DF informa também que, “Serão dois períodos para adesões com redução da carência”.
          A Polícia Civil deixa claro que, “para propostas entregues até o dia 20 de  agosto, o plano estará vigente a partir de 1º setembro. Caso a adesão ocorra até 20 de setembro, a vigência será iniciada em 1º de outubro”. Ela explica que, “o plano está disponível para policiais filiados da ativa e aposentados, com outro diferencial: há a possibilidade de incluir também os dependentes legais (cônjuges, filhos até 34 anos e netos até 30 anos)”.
          Os interessados terão que apresentar cópia do CPF e RG do titular e dos dependentes, cópia da certidão de casamento ou da declaração de união estável (registrada em cartório), cópia do contracheque e cópia do comprovante de residência. Mais informações com o setor de Benefícios do Sinpol/DF, pelo telefone: (61) 3701-1300 ou no site da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF): www.sinpoldf.combr. 

    FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.sinpoldf.com.br

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

SEGURANÇA PÚBLÍCA TOCANTINESE ENCERRA PROJETO MULHERES DA PAZ


   
CRIWSTIANO SAMPAIO  (SECRETÁRIO DE SEGURANÇA)

         

FOTOS DOS SITES DA SECRETARIA DE SEGURENÇA PÚBLICA DO TOCANTIS (SSPTO)  
www.ssp.to.gov.br

E DA POLÍCIA MILITAR DO TOCANTINS (PMTO) www.pm.to.gov.br
  A Secretaria de Segurança Pública (SSP/TO) e a Polícia Militar (PMTO) (FOTOS), ambas do Tocantins encerram, nessa quarta-feira, (07/08), os projetos Mulheres da Paz e Proteção de Jovens em Território Vulnerável (PROJETO). O fato acontecerá, às 19 horas, no auditório do Colégio Bom Jesus, em Gurupi, onde as atividades realizarão graças a essa parceria e o convênio com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP). As ações ocorreram no período de um ano e foram realizadas no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Manoel Alves Lustosa, no bairro Vila Iris, e contou com a parceria da Prefeitura de Gurupi.
    
     Segundo o Secretario de Segurança tocantinesse, Cristiano Sampaio, “capacitação teve uma carga horária de 224 horas/aula em temas como mobilização comunitária e noções básicas de direitos humanos e cidadania. Também foram oferecidos, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), cursos de capacitação de padeiro”. Ela deixa claro que, “o projeto tem o objetivo de capacitar mulheres atuantes em suas comunidades para que sejam mediadoras sociais a fim de fortalecer práticas políticas e socioculturais desenvolvidas pelas próprias mulheres. Também busca contribuir para a formação de redes de prevenção da violência doméstica e enfrentamento às violências que compõem a realidade local e que envolvam jovens e mulheres”.
          
    Cristiano Sampaio conta que, “a ação cumpriu uma carga-horária de 600 horas/aula e abordou temas como sexualidade, informática, introdução ao mundo do trabalho, além de atividades culturais e esportivas. Ele deixou claro que, “o PROTEJO seleciona e acompanha jovens entre 15 e 24 anos em situação de risco ou vulnerabilidade familiar e social, egressos do sistema prisional, jovens em situação de rua ou em cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto”. O Secretário de Segurança Pública tocantinesse encerrou a entrevista comigo dizendo, “o intuito é o desenvolvimento de percursos formativos para a promoção da cidadania, direitos humanos, qualificação profissional e inclusão social, para a prevenção da violência, da criminalidade e do envolvimento com drogas”.

    FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.ssp.to.gov.br/  www.pm.to.gov.br

terça-feira, 6 de agosto de 2019


POLÍCIA FEDERAL DESTROI NÚCLEO FINANCEIRO CRIMINOSO

FOTO DO SITE DA POLÍCIA FEDERAL www.pf.gov.br

  Hoje, (06/08), pela manhã, a Polícia Federal (PF) (FOTO) auxiliada, pelo o Ministério Público do Paraná, o Departamento Penitenciário Nacional, Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo e Polícia Militar do Estado de São Paulo colocou nas ruas, a Operação Cravada. O forte esquema de segurança montado era para demolir, uma máfia que atuava nos Estados do Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Acre, Roraima, Pernambuco e Minas Gerais. O crime organizado recolhia, gerenciava e empregava as finanças dos atos ilícitos praticados por ele mesmo, no  Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Acre, Roraima, Pernambuco e Minas Gerais.
     O forte esquema de segurança pública foi formado por 180 policiais federais cumprem 55 mandados de busca e apreensão, 30 mandados de prisão, expedidos pela Vara Criminal de Piraquara/PR, nos municípios de Curitiba, São José dos Pinhais, Paranaguá, Centenário do Sul, Arapongas, Londrina, Umuarama, Pérola, Tapejara, Cascavel, Guarapuava no estado do Paraná, Praia Grande, Itapeva, Osasco e Itaquaquecetuba, Hortolândia e São Paulo, no Estado de São Paulo, incluindo também no presídio de Valparaíso/SP, além de outras localidades nos estados do Mato Grosso do Sul, Acre, Roraima, Pernambuco e Minas Gerais. Dos 30 mandados de prisão, 08 serão cumpridos em presídios, sendo 03 em São Paulo, 01 no Mato Grosso do Sul e 04 no Paraná.
     A Polícia Federal contou que, “a investigação teve início em fevereiro deste ano, com base em informações obtidas acerca da existência de uma espécie de núcleo financeiro da facção criminosa estabelecido na Penitenciária Estadual de Piraquara/PR. A atuação da Polícia Federal dá-se em razão do caráter interestadual da facção, o que foi identificado no decorrer da investigação ligada à competência da Justiça Estadual de Piraquara no Paraná”. Segundo os agentes, “verificou-se que o núcleo é responsável por recolher e gerenciar as contribuições para a facção criminosa em âmbito nacional. Os pagamentos também chamados de “rifas”-  eram repassados à Organização Criminosa por intermédio de diversas contas bancárias e de maneira intercalada, com uso de medidas para dificultar o rastreamento. A investigação indica a circulação de aproximadamente 01 milhão de reais/mês nas diversas contas utilizadas em benefício do crime”.
       Segundo os agentes, “foram identificadas e bloqueadas mais de 400 contas bancárias suspeitas em todo o país. Os valores que transitavam entre as contas bloqueadas eram utilizados para pagar a aquisição de armas de fogo e de entorpecentes para a facção (financiado diretamente a criminalidade violenta), além de providenciar transporte e manutenção da estadia de integrantes e familiares de membros da Facção em locais próximos a presídios”. Os policiais afirmaram que, “os marginais responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de Tráfico de Entorpecentes, Associação para o Tráfico, Organização Criminosa, entre outros”.  O nome da operação faz referência a uma jogada de xadrez em que uma peça, quando ameaçada de captura pela peça adversária, fica impossibilitada de se mover, em razão de haver uma peça de maior valor em risco. De igual forma, a operação deflagrada hoje visa sufocar as reações das lideranças de Facções Criminosas, atingindo os núcleos importantes de comunicação e de gerenciamento financeiro. Mais informações na Comunicação Social da Polícia Federal em Curitiba/PR, pelo e-mail: cs.srpr@dpf.gov.br e pelos telefones: (41) 3251-78-13 e 99243-55-43.

      FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.pf.gov.br  

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

POLÍCIA FEDERAL DETONA MÁFIA EXPLORADORA DE MADEIRA EM TERRA INDÍGINA

FOTO DO SITE DA POLÍCIA FEDERAL www.pf.gov.br


  A Polícia Federal (PF) realizou hoje, (05/08), a 2ª fase da Operação SOS Karipuna, em Porto Velho Rondônia. O intuito foi prender os proprietários de fato das empresas investigadas, tidos como principais lideranças da organização criminosa, e outras pessoas responsáveis pelo esquema de desmatamento ilegal. Tratava-se da continuação das ações ostensivas iniciadas em 17 de junho de 2019, visando ao combate da organização criminosa dedicada à exploração ilegal de madeira (FOTO) do interior da Terra Indígena KARIPUNA. Foram cumpridos 4 mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 5ª Vara da Justiça Federal de Porto Velho/RO. Além dos mandados de busca e prisão, a Justiça Federal determinou o afastamento dos sigilos bancários e fiscais de vários envolvidos, além do bloqueio de valores superiores a R$ 46 milhões, mensurado com base no valor dos danos causados àTerra Indígena.
     Segundo a PF, “as investigações apontam para a existência de um grupo de pessoas físicas e jurídicas, no Distrito de União Bandeirantes no Porto Velho (RO). A quadrilha estava envolvidas na inserção de dados falsos nos sistemas informatizados de controles de cadeia de exploração de produtos de origem florestal, com exploração ilegal de madeireira no interior da Terra Indígena KARIPUNA”. A Polícia Federal contou ainda que, “a máfia funciona com divisão de tarefas pertinentes a cada etapa da exploração de madeira in natura (em tora), por meio de derrubadas de árvores/toras advindas da TI KARIPUNA e transporte delas até os pátios e empresas/indústrias de beneficiamento para desdobro, com consequente comercialização para diversos lugares a partir do Distrito de União Bandeirantes, sendo sempre amparada por rede de comunicação criminosa. Assim, as fraudes detectadas no SISDOF, com geração de saldos/créditos virtuais fictícios, eram realizadas para lastrear e subsidiar essas atividades”.
       A partir das análises dos depoimentos dos investigados e dos materiais apreendidos durante a deflagração da primeira fase da operação e da continuidade dos trabalhos investigativos em conjunto com a Força Tarefa Amazônia, do Ministério Público Federal de Porto Velho/RO, foi possível constatar que quase a totalidade das pessoas físicas integrantes dos quadros societários das empresas investigadas não teriam lastro financeiro para integralização de capital social nas empresas, o que indica que se tratam de terceiros utilizados apenas para a constituição das empresas (“laranjas”).
         A Polícia Federal disse ainda que, “os investigados responderão pelos crimes de furto qualificado, estelionato, receptação qualificada, quadrilha, uso de documento falso, desmatamento de floresta pública, invasão de terras públicas e lavagem de bens e capitais, cujas penas máximas ultrapassam 60 anos de prisão”. Os agentes responsáveis pela 2ª fase da Operação SOS Karipuna explicaram que, “os presos, após interrogados, serão encaminhados para o sistema prisional estadual em Porto Velho/RO, onde permanecerão à disposição da Justiça Federal”. Mais informações na Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia/RO, pelo telefone: (69) 3216-62-42. 
    
      FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.pf.gov.br

sexta-feira, 2 de agosto de 2019


POLÍCIA CIVIL DE SÃO PAULO ABRE VAGAS PARA COMBATER AS DROGAS 


 FOTOS DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DE SÃO PAULO (PCSP) www.policiacivil.sp.gov.br

  A Polícia Civil de São Paulo (PCSP) (FOTO) abriu hoje,(02/08), as inscrições para as aulas do Curso de Capacitação de Agentes Multiplicadores de Prevenção ao Uso de Drogas da Divisão de Prevenção e Educação do Departamento de Narcóticos (DIPE/DENARC). As aulas acontecerão, no período de 19 a 23 de agosto, no horário das 9h00 às 12h00.  A finalidade do Curso é capacitar, os alunos para atuarem em projetos que visem, a prevenção primária do uso indevido de drogas. O treinamento é aberto ao público acima de 18 anos de idade, possui carga horária de 20 horas/aula e oferece certificado.

      Segundo a Polícia Civil paulista, “as inscrições serão efetivadas no 1º dia do curso, mediante a doação de 1kg de alimento não perecível, exceto sal e açúcar”. A instituição explica que, “as vagas são limitadas e poderão ser preenchidas antes do término das inscrições. Na impossibilidade de comparecimento para o curso, o inscrito deverá notificar a Divisão de Prevenção e Educação (DIPE), em até 03 dias úteis antes do início, sob pena de perder, o direito de se inscrever para os próximos cursos pelo período de um ano”.

       A Polícia Civil paulista compôs, o conteúdo do seu curso a ser ministrado, com os seguintes temas: Noções de farmacologia, Drogas: mecanismos de ação e reação no organismo, Noções de legislação e a Lei 11.343/2006. Nesse pacote estão também: Métodos de abordagens preventivas para jovens e adolescentes, Da responsabilidade dos pais para com os filhos, boas práticas na prevenção e tratamento de álcool e drogas. Fechando essa listra, a Polícia Civil acrescentou também: Aspectos biopsicossociais: fatores de risco e proteção. As inscrições serão exclusivamente online e as pessoas interessadas poderão inscreve-se no site da Divisão de Prevenção e Educação (DIPE) da Polícia Civil de São Paulo: www.dipe.policiacivil.sp.gov.br.

   FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.policiacivil.sp.gov.br

quinta-feira, 1 de agosto de 2019


POLÍCIA MINEIRA CONCLUI HOJE O INQUÉRIRTO DO CASO JOÃO MIGUEL

FOTO DO SITE DO SINDICATO DA POLÍCIA CIVIL: www.policiacivil.mg.gov.br  


  A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluirá, hoje, (1º/08), o inquérito de Mateus Leroy Alves (FOTO), pai do menino João Miguel, de um ano e oito meses de idade. O homem será indiciado, por estelionato e abandono material, pois o seu filho sofre de uma doença rara, a Atrofia Muscular Espinhal (AME/TIPO 1). A criança necessita de um tratamento, de 06 doses do medicamento Spiranza, que o Sistema Único de Saúde (SUS) não doa e nem comercia. Mateus Leroy conseguiu na Justiça três doses deste medicamento. A campanha pela sua vida arrecadou até então aproximadamente 1 milhão e 100 mil reais e mobilizou toda a cidade de Conselheiro Lafaiete, onde mora a família.


         Segundo o delegado da Polícia Civil mineira, o doutor Daniel Gomes, “o valor, estima-se que o desvio realizado por Mateus Leroy foi de aproximadamente 600 mil reais. Ele é investigado por usar esse dinheiro com passeios, hotéis caros, perfumes importados, farra, bebidas, garotas de programa e droga. Ele chegou a gastar sete mil reais em uma suíte luxuosa de um motel em Belo Horizonte durante nove dias que ficou hospedado lá”. Mateus Leroy foi denunciado pela mulher Karine Rodrigues, que estava suspeitando de sua conduta. Ela fez um Boletim de Ocorrência na Delegacia em Conselheiro Lafaiete, relatando que estava faltando dinheiro na conta de João Miguel, e que o marido estava tendo atitudes suspeitas.
          O doutor Daniel Gomes explicou ainda que, o próximo passo da investigação é a análise dos dados bancários de Mateus através da quebra do sigilo autorizado pelo Poder Judiciário e completou. "Vamos investigar o caminho desse dinheiro e fazer um rastreamento". O indiciamento neste inquérito policial será pelo crime de estelionato, por motivo de ludibriar as pessoas a doarem dinheiro para a campanha do filho e usá-lo para outro fim, com pena de um a cinco anos e multa. Também por abandono material, abandono da família e dois filhos menores, sem condições de prover seu devido sustento, com pena de um a quatro anos. Segundo informações, “a Polícia Civil investiga também o crime de lavagem de dinheiro. Ele está em apuração em um novo inquérito policial, diante da complexidade exigida para a sua comprovação, que passa pela análise de todas as transações bancárias realizadas nas contas da campanha, destinação do dinheiro, onde o mesmo foi empregado e de que forma o dinheiro estava sendo reinserido no mercado, com o intuito de aparentar ter sido obtido por meios lícitos. A pena para este crime varia de três a dez anos”.
          O delegado afirmou que, “foi constatada a existência de vários vídeos do investigado Mateus em hotéis de Salvador (BA), ostentando um padrão de vida incompatível com seus ganhos mensais, chegando a dizer em um deles que: "existe vida mais barata, mas eu não vou querer não", isso tudo dentro de uma piscina, em um prédio de frente para o mar, em Salvador”.
O PROSTIBULO
          Daniel Gomes contou que, “as investigações apontaram que a pretensão de Mateus era abrir uma casa de prostituição na cidade de Salvador (BA), com esquema de gerenciamentos de garotas de programa. As investigações mostram que Mateus investiu, pelo menos, 50 mil reais em uma casa de prostituição nessa cidade. Além disso, o investigado levaria, aproximadamente, quatro garotas de programa da capital mineira para trabalharem em Salvador”. O policial acredita e conclui que, “com a autorização judicial, a Polícia teve acesso às conversas entre Mateus e uma mulher, cuja identidade não foi divulgada, negociando sobre como seria o funcionamento da casa de prostituição em Salvador. "O desejo demonstrado por ele é de que essa interlocutora trabalhasse como gerente do local e que Mateus é quem tomaria conta dos programas realizados por cada uma das garotas. Também fica claro que Mateus tinha a intenção de levar, pelo menos, quatro garotas de Belo Horizonte para trabalharem em Salvador (BA), como garotas de programa".
       FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.policiacivil.mg.gov.br

quarta-feira, 31 de julho de 2019

POLÍCIA FAZ O LIMPA APREENDENDO BOLSAS NA FEIRA DOS IMPORTADOS DO SIA

FOTO DO SITE DO SINDICATO DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (SINPOLDF) www.sinpoldf.com.br   
  A equipe da Coordenação e Repressão a Crimes Contra o Consumidor, a Propriedade Imaterial e Fraudes da Polícia Civil do Distrito Federal (CORF/PCDF) realizou, a Operação Bag e deu uma batida na Feira dos Importados do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). A ronda começou, na madrugada dessa quarta-feira, (31/07), quando os agentes apreenderam 05 toneladas de produtos contrafeitos. Esses objetos eram bolsas, acessórios femininos, nacionais, importados (FOTO) e foram recolhidos pelos policiais em 14 bancas, daquele estabelecimento comercial.   
       Segundo o delegado da Divisão de Proteção ao Consumidor (DPCON/CORF), Marcelo Portela, “a operação aconteceu após três meses de investigações oriundas de denúncias de representantes de grandes marcas de luxo conhecidas mundialmente. Restou confirmado que tais produtos estavam sendo comercializados em larga escala, provocando a intervenção da Polícia Civil do DF no combate ao comércio ilegal de mercadorias contrafeitas”. O policial explicou que, “todos os responsáveis serão responsabilizados pelo crime de violação de propriedade de marca. Poderão, ainda, responder por outros crimes, como associação criminosa, ao alimentar o comércio ilegal e fomentar outros crimes, além de sonegação fiscal, contrabando e descaminho”.
     Portela ressaltou, ainda, que todas as mercadorias apreendidas serão devidamente periciadas e, após comprovada a falsificação, serão destruídas. “A polícia alerta à população que fabricar, distribuir ou comercializar produtos contrafeitos, ou seja, piratas é crime e as pessoas que não respeitarem, a legislação, estarão sujeitas às penalidades legais”.
       FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.sinpoldf.com.br