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quarta-feira, 4 de setembro de 2019


          

MAIS UMA GANGUE DE LADRÕES NO XILINDRÓ DE BRASÍLIA



                   
 FOTOS DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.pcdf.df.gov.br


 A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) auxiliada, pela sua Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais deflagrou, nessa quarta-feira, (04/09), a Operação Torch. Os policiais destruíram e prenderam, uma quadrilha de ladrões (FOTO) altamente armada, que arrombou e roubou emprego de arma de fogo. As prisões e apreensões ocorreram nos dias 27 e 29 de agosto último. Seis marginais, sendo três homens e três mulheres, já estão presas e recolhidas ao sistema prisional do DF. Uma delas foi presa em Gurupi/TO. Dois integrantes, Carlos Frederico Guimarães e Wender Pereira Coimbra Júnior, vulgo “Juninho”, ainda estão foragidos. O  líder da organização criminosa encontra-se preso preventivamente e recolhido no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luiz/MA, acusado também de outros arrombamentos praticados naquele Estado.
     Segundo o delegado Luís Fernando Cocito, responsável pelas investigações, “apurou-se que, na madrugada do dia 11 de agosto, os criminosos renderam o vigilante do Centro de Saúde nº 3 do Riacho Fundo para subtrair valores de um caixa eletrônico do Banco de Brasília com emprego de maçarico, porém sem sucesso. Os marginais fugiram levando, o revólver do vigilante após agredi-lo com socos, pontapés e coronhadas”. O policial deixou claro que, os meliantes eram suspeitos de participarem do  ataque ao caixa eletrônico da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ocorrido no dia 6 de junho na Asa Norte. O crime está sendo apurado pela Polícia Federal. Luís Fernando Cocito deixou claro que, “durante as ações, foram apreendidos maçaricos, luvas, ferramentas e outros apetrechos (FOTO) relacionados aos crimes, além de dois veículos de passeio. A apuração demonstrou que o ataque foi praticado por D.A.S.M., vulgo “Abu”, e pelo autor foragido W.P.C.J., o “Juninho”, que seguiram as instruções do líder R.C.M. sobre a utilização do maçarico”.
      O delegado contou mais, “Romário está preso no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, de onde comandou a empreitada por telefone. Ele também ensinou ao grupo como arrombar o caixa e forneceu os equipamentos. A investigação ainda demonstrou que Romário e Diego estavam permanentemente aliados às próprias companheiras (H.S. e L.A.S.), formando uma verdadeira organização criminosa voltada ao ataque a caixas eletrônicos com o emprego de maçarico”. O policial destacou em seguida, “Hérica é quem repassava as ordens do marido (líder preso da organização criminosa) e também realizava a transferência de valores para a aquisição de material de arrombamento. Já Luciana, a ponte entre o marido DIEGO e Romário. Ela não apenas sabia das empreitadas, como ajudava na preparação dos roubos, inclusive recebendo e guardando peças de maçarico”.
   O doutor Cocito explicou, “durante as investigações, Diego e Luciana foram flagrados recebendo peças de maçarico na Rodoviária Interestadual de Brasília. As peças, provenientes de Gurupi/TO, foram encaminhadas por outros dois integrantes da organização criminosa: C.F.G.F., vulgo Fred (foragido) e a mulher dele (H.M.F.A.) Segundo apurado, o casal dava apoio logístico ao grupo, adquirindo e encaminhando as peças para os ataques, conforme determinações de Romário”. O policial disse mais, “Diego, Luciana e Hérica foram presos em Samambaia no dia 27 de agosto. Na residência do casal, foram encontrados os maçaricos utilizados no ataque. Já Hélida foi presa em Gurupi no Tocantins no dia seguinte. Na ocasião da prisão de Diego, também foi detido o comparsa M.I.A., que já havia sido preso pela DRF/Corpatri em 2016. “Ele é acusado de outros ataques semelhantes a caixas eletrônicos. No carro de Manoel, foram encontradas ferramentas, luvas e fixadores plásticos idênticos aos utilizados no ataque ao Posto de Saúde Nº 3 do Riacho Fundo”.

    Apurou-se, posteriormente, que Manoel e o próprio filho (M.R.R.A.) também participaram do ataque ao caixa eletrônico ao posto de saúde do Riacho Fundo, na companhia de Diego e Wender e um terceiro homem ainda não identificado. Manoel e o filho Marcos foram presos no dia 29 de agosto quando deixavam o Centro de Progressão Penitenciária – CPP, no SIA. Todos os presos foram recolhidos à carceragem da PCDF, onde permanecem à disposição da Justiça. Segundo o artigo 157 do Código Penal Brasileiro, “Subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência a pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência (roubar) é crime. A pena é de 04 a 10 anos de cadeia e multa”. Xilindró neles, prá ficarem espertos.

          FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.pcdf.df.gov.br

segunda-feira, 2 de setembro de 2019


 POLÍCIA RECUPERA GOL ROUBADO NA CIDADE DO AUTOMÓVEL

Os policiais da 1ª DP da Asa Sul recuperam, na manhã dessa segunda-feira (02/09), um VW Gol cinza de placas, KEH – 7534 (FOTO NO FIM DO TEXTO) que havia sido roubado no dia 27/07 em uma loja da Cidade do Automóvel. Na ocasião, o ladrão simulou estar interessado em comprar, o carro para sua esposa e, na segunda visita que fez à loja, pediu para realizar um test drive no automóvel. Durante o teste de direção, o meliante disse ao vendedor, que o acompanhava, pois um dos pneus do carro estaria furado e pediu para ele dar uma olhada. Quando o vendedor foi verificar a situação, o marginal o empurrou para fora do carro, evadiu-se, levando consigo o veículo e tomou rumo ignorado.

Segundo as investigações dos policiais da 1ª DP da Asa Sul, “esse mesmo meliante envolveu-se em outro roubo de carro, ao encher, o tanque de seu veículo em um posto de gasolina e se evadiu sem pagar, o valor do combustível (R$ 240), fato ocorrido em 21/08/2019”. Os agentes afirmaram que, “na tratava-se do mesmo ladrão, o qual havia trocado as placas do veículo para dificultar a investigação e garantir a sua impunidade”. Hoje de manhã, após algumas horas de vigilância policial, o assaltante foi localizado conduzindo, o veículo nas proximidades do Gilberto Salomão, no Lago Sul.

O marginal foi conduzido para a 1ª DP e indiciado pelos crimes de roubo, estelionato e adulteração de sinais de identificação de veículo automotor. Sua pena pode chegar a 21 anos de prisão e as placas originais do carro estavam escondidas no porta-malas. Mais informação hoje (02), às 16h, com a delegada Bruna Eiras, na sede da 1ª DP na Asa Sul.

O artigo 157 do Código Penal brasileiro diz: “subtrair coisa móvel (objeto) alheia, para si ou para outrem mediante de grave violência à pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio reduzindo à impossibilidade de resistência (roubo) é crime. A pena vai de 04 a 10 anos de cadeia e multa”. n§ 1º - A pena aumenta-se de um terço, se o crime é praticado durante o repouso noturno. § 2º - Se o criminoso é primário, e é de pequeno valor a coisa furtada, o juiz pode substituir a pena de reclusão pela de detenção, diminuí-la de um a dois terços, ou aplicar somente a pena de multa”. Xilindró para o ladrão, prá ficar esperto.   
          


   FONTE DAS INFORMAÇÕES:  divicom@pcdf.df.gov.br

sexta-feira, 30 de agosto de 2019


POLICIAL CIVIL PEDE SANGUE PARA SALVAR VIDA DO FILHO

FOTO DO SITE DO SINDICATO POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (SINPOL/DF): www.sinpoldf.com.br
  O agente de custódia da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), Alex Sandro Nascimento Guimarães reforça, nessa sexta-feira, (30/08), a campanha doação de sangue (FOTO), para salvar, a vida do seu filho Leandro   Olivieri Guimarães.   O enfermo encontra-se em tratamento de leucemia no Hospital da Criança desde o dia 14 de agosto desse ano. As doações podem ser feitas no próprio Hemocentro, que funciona de segunda a sábado das 7h às 18h. A doação individual pode ser agendada pelo telefone 160 (opção 2) ou 0800 644 0160. O horário de atendimento telefônico é de segunda a sexta, das 9h às 18h. O hospital é abastecido pelo Hemocentro de Brasília, que está com o estoque baixo de todos os tipos sanguíneos, principalmente O+. Por essa razão, o tratamento de Leandro, assim como o de outras crianças na mesma situação, pode ser prejudicado.
    O Sindicato da Polícia Civil do Distrito Federal (SINPOL/DF) acrescenta, “a diretoria solicita aos colegas policiais civis que compartilhem este informativo com amigos e parentes para conseguir o maior número de doações possível e, desde já, agradece àqueles que se dispuserem a esse ato de solidariedade. Também pede orações pela plena recuperação do garoto”. Obrigatoriamente, só poderão ser doadores de sangue, as pessoas com a idade 16 e 69 anos de idade (Menor de 18 anos deve apresentar o formulário de autorização e cópia do documento de identidade com foto do pai, mãe ou tutor/guardião. Idosos devem ter realizado pelo menos uma doação de sangue antes dos 61 anos). Os voluntários precisam pesar, mais de 51 quilos e ter IMC maior ou igual a 18,5 (descontar o vestuário).
        
      A Polícia Civil deixa claro que, “os candidatos a doadores de sangue, não poderão estar em uso de medicamentos, apresentar documento oficial com foto (original ou cópia autenticada em cartório), em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade. Documentos aceitos: carteira de identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira nacional de habilitação, passaporte, carteira profissional emitida por classe ou carteira do doador da FHB. Não são aceitos crachás funcionais nem carteiras estudantis”. O Sinpol/DF recomenda que, “as pessoas que resolverem colaborarem, com a campanha obrigatoriamente deverão cumprir as normas: Dormir pelo menos seis horas, com qualidade, na noite anterior à doação, não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas anteriores à doação e não fumar duas horas antes da doação”.

     O Sinpol/DF explica que, “o doador com menor de 12 anos deverá vir acompanhado de outro adulto para cuidar da criança. O candidato à doação será avaliado por profissionais de saúde para verificar se está apto a doar”. A instituição pede encarecidamente que, “o voluntário seja sincero ao responder as perguntas feitas durante a triagem! Não omita informações importantes, disso depende a segurança do doador e do receptor”. Para doação em grupo, o agendamento deve ser feito pelos telefones 3327-44-13 ou 3327-44-47.

          FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.sinpoldf.com.br

quarta-feira, 28 de agosto de 2019


POLÍCIA PRENDE CACHANGUEIRO E COMPANHIA NO LAGO NORTE
  
FOTO ENVIADA PELO E-MAIL DA DIVISÃO DE COMUNICAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (DIVICOM/PCDF): divicom@pcdf.df.gov.br

  A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por intermédio da 9ª DP do Lago Norte prendeu, em flagrante, na madrugada dessa quarta-feira, (28/08), um cachangueiro (ladrão de residência). O fato aconteceu, quando os agentes perseguiam, U.F.J., 38 anos, foi avistado pelos policiais conduzindo um GM/Celta, cor prata. Na residência do meliante, situada em Taguatinga, os policiais encontraram e apreenderam 58 aparelhos de celular novos, lacrados, produtos do roubo na região do Guará, bem como, aproximadamente, R$ 16 mil. Também foram localizadas 36 porções de cocaína, 11 porções de maconha e aproximadamente R$ 450 em grana viva (FOTO).
    Segundo os policiais, “o marginal e os seus comparsas, que praticavam, o crime de restrição da liberdade e emprego de arma de fogo”. Os agentes explicaram que, “após determinarem a parada do veículo identificado, o autor desobedeceu ao comando legal e não desacelerou o carro. Por isso, foi necessário realizar disparos de armas de fogo na região dos pneus do veículo. Após o emprego dos disparos, U.F.J. foi contido e algemado”.
       Na 9ª DP, o marginal foi autuado em flagrante e recolhido ao xilindró do Departamento da Polícia Especializada (DPE). Os policiais apuraram que, esse meliante e o seu comparsa estavam armados e invadiram um estabelecimento comercial, na região do Guará. Após empregar ameaças de morte e violência contra uma das vítimas, dando-lhe coronhadas, subjugando-a e obrigando-a a ficar no interior do banheiro daquele comércio, subtraíram objetos pessoais das vítimas e um veículo VW/Jetta, de cor branca e de placa não identificada.
    Os agentes contaram que, “logo após a prática do crime, policiais da Seção de Investigação de Crimes Violentos, aqui da 9ª DP, realizaram diligências para encontrar o veículo. Pouco tempo depois, nós descobrimos que, o carro subtraído estava estacionado em Águas Claras, aparentemente “esfriando”. Sendo assim, nós fechamos, o cerco no local e prendemos os bandidos”.
        Segundo o artigo 157 do Código Penal Brasileiro, “Subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência a pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência (roubar) é crime. A pena é de 04 a 10 anos de cadeia e multa”. Xilindró neles, prá ficarem espertos.

          FONTE DAS INFORMAÇÕES: divicom@pcdf.df.gov.br

terça-feira, 27 de agosto de 2019


POLÍCIA DE BRASÍLIA PÕE ASSASSINO DE LETÍCIA NO XILINDRÓ


FOTOS DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.pcdf.df.gov.br
  A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) apresentou, para a imprensa, nessa terça-feira, (27/08), o cozinheiro Marinésio dos Santos Olinto, 41 anos (FOTO), preso na madrugada do último domingo, (25/08). Esse meliante é acusado de ter matado, a funcionária terceirizada do Ministério da Educação (MEC), Letícia Sousa Curado (FOTO). O crime aconteceu, na última na sexta-feira, (23/08), horas depois de a família de Letícia tentar contato com ela sem obter sucesso. O corpo de Letícia foi encontrado na tarde desta segunda, 26, depois que o principal suspeito do crime levou, a equipe de investigação da 31ª DP (Planaltina) ao local onde teria ocultado o corpo da vítima. Apesar de trágico, o desfecho do desaparecimento de  atesta, mais uma vez, o alto grau de comprometimento dos policiais civis do DF em solucionar crimes,  desde os mais simples aos mais intrigantes, ainda que em uma conjuntura desfavorável à categoria.
         
    Segundo os policiais da 31ª DP de Planaltina, “as investigação do caso, que repercutiu em todo o DF e gerou grande comoção nas redes sociais durante o fim de semana. O episódio mobilizou, muito mais policiais civis do que os que estão lotados na delegacia local: só no domingo, 50 deles, que participam de um grupo de WhatsApp, saíram à procura de Letícia, esse trabalho resultou na prisão do suspeito”. No entanto, o empenho dos servidores da Polícia Civil do DF começou, tão logo o conhecimento do crime. Dezenas de diligências, com a participação de outras delegacias, foram realizadas a partir daquele momento a fim de encontrá-la com vida. No domingo, boa parte dos policiais civis que saíram em busca da vítima estavam de folga, deixando o descanso com a família de lado para ajudar nas investigações.

    Aqueles 50 policiais saíram de Brazlândia, Ceilândia, Taguatinga, Águas Claras e do Plano Piloto para vasculhar a zona rural de Planaltina, incluindo localidades de mata. Até aquele momento, o suspeito ainda não havia confessado o crime e não ajudava na localização de Letícia. Até ser apresentado nesta manhã, o autor do crime relutava em confessá-lo, ainda que uma série de evidências apontassem o seu envolvimento (objetos que pertenciam a Letícia estavam no carro dele). Entretanto, na tarde desta segunda-feira, Marinésio revelou o assassinato e a ocultação do cadáver.
         
     Embora este caso tenha tido um final lamentavelmente triste, ele deixa claro, mais uma vez, que os policiais civis do DF não se furtam do dever à sociedade e se dedicam, incansavelmente, à tarefa de investigar os crimes depois que eles acontecem. Ainda que enfrentem uma situação de total desvalorização e desrespeito, esses servidores têm cumprido, com louvor, a parte que lhes cabe. Apesar da omissão dos governos em melhorar as condições de trabalho dos policiais civis, novamente eles demonstraram o compromisso que possuem com a sociedade da Capital Federal.

    Dezenas de diligências, com a participação de outras delegacias, foram realizadas a partir daquele momento a fim de encontrá-la com vida. No domingo, boa parte dos policiais civis que saíram em busca da vítima estavam de folga, deixando o descanso com a família de lado para ajudar nas investigações. Aqueles 50 policiais saíram de Brazlândia, Ceilândia, Taguatinga, Águas Claras e do Plano Piloto para vasculhar a zona rural de Planaltina, incluindo localidades de mata. Até aquele momento, o suspeito ainda não havia confessado o crime e não ajudava na localização de Letícia. A polícia explica que, “até ser apresentado nesta manhã, o autor do crime relutava em confessá-lo, ainda que uma série de evidências apontassem o seu envolvimento (objetos que pertenciam a Letícia estavam no carro dele). Entretanto, na tarde desta segunda-feira, Marinésio revelou o assassinato e a ocultação do cadáver”.

    Os policiais afirmaram que, “embora este caso tenha tido um final lamentavelmente triste, ele deixa claro, mais uma vez, que os policiais civis do DF não se furtam do dever à sociedade e se dedicam, incansavelmente, à tarefa de investigar os crimes depois que eles acontecem”. Eles deixaram claro que, “ainda que enfrentem uma situação de total desvalorização e desrespeito, esses servidores têm cumprido, com louvor, a parte que lhes cabe. Apesar da omissão dos governos em melhorar as condições de trabalho dos policiais civis, novamente eles demonstraram, o compromisso que possuem com a sociedade da Capital Federal”. Letícia Sousa Curado acabou de ser sepultada, no Cemitério de Planaltina.

             FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.pcdf.df.gov.br

segunda-feira, 26 de agosto de 2019


SINPOL FAZ CAMPANHA DE DOAÇÃO DE SANGUE PRA SALVAR VIDA DE AGENTE


FOTOS DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.sinpoldf.com.br 
  O Sindicato da Polícia Civil do Distrito Federal (SINPOL/DF) (FOTO) lançou, nessa segunda-feira, (26/08), uma campanha de doação dede sangue B- ou O- (FOTO), para salvar a vida do seu agente Francisco Alcides Borges de Macêdo. O policial faz parte da equipe da 13a DP, encontra-se internado na Unidade de Terapia Intensiva ou Unidade de Tratamento Intenso (UTI) do Hospital Anchieta em estado muito grave por complicações decorrentes de um tratamento de câncer. Francisco Alcides Borges de Macêdo precisa de transfusão de sangue do tipo B- (negativo), um tipo raro, mas também pode receber do tipo O- (negativo).

          O Sinpol/DF informa que, “as doações devem ser realizadas no Banco de Sangue da Hemoclínica, localizado no SHLS 716, Bloco C, Entrada B no Centro Médico de Brasília. É preciso informar o nome completo do policial civil,  Francisco Alcides Borges de Macêdo e que ele está internado na UTI A, Leito 01, no Hospital Anchieta. Os horários para coleta são de terça a sexta, das 07h às 12h, e sábado, das 07h às 11h30minun. O estacionamento da Hemoclínica é gratuito”.

          A direção geral da Polícia Civil explique ao público que, “é possível agendar um horário para doação pelo telefone 3346-9788 (segunda a sexta, das 8h às 17he sábado das 8h às 11h) ou pelo site, neste link. Ao agendar, o doador tem atendimento preferencial. As orientações e requisitos para realizar a doação de sangue podem ser conferidas aqui”. O SINPOL/DF finalizou frisando que, “a diretoria pede aos colegas policiais civis que compartilhem este informativo com amigos e parentes para conseguir o maior número de doações possível, uma vez que os tipos sanguíneos necessários são raros”.

              FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.sinpoldf.com.br

sexta-feira, 23 de agosto de 2019


POLÍCIA DÁ SHOW DE PRISÃO EM SÃO PAULO E NO RIO DE JANEIRO 
  FOTO DO SITE DA POLÍCIA FEDERAL www.pf.gov.br

  Ao patrulhar no início dessa sexta-feira, (23/08), entre São Paulo e Rio de Janeiro, a Polícia Federal (PF) (FOTO) realizou, a 64ª fase da Operação Lava Jato, denominada Pentiti com o objetivo de apurar crimes de corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de capitais relacionadas a recursos contabilizados em planilha denominada “Programa Especial Italiano” gerida por grande empreiteira nacional. Cerca de 80 policiais federais cumprem 12 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo/SP e Rio de Janeiro/RJ. As medidas cautelares foram autorizadas pela 13ª. Vara Federal de Curitiba/PR.

    Segundo a PF, “a investigação é complexa e trata de fatos abordados em diferentes inquéritos policiais, tendo sido impulsionada por acordo de colaboração premiada celebrado entre a Polícia Federal e ex-Ministro de Estado investigado”. Os policiais explicaram que “além da identificação de beneficiários da planilha “Programa Especial Italiano” e do modus operandi de entregas de valores ilícitos a autoridades, também é objeto desta fase esclarecer a existência de corrupção envolvendo instituição financeira nacional e estatal petrolífera na exploração do pré-sal e em projeto de desinvestimento de ativos no continente africano conduta, que pode ter lesado os cofres públicos em pelo menos 1,5 bilhão de dólares, que equivalem hoje a aproximadamente 6 bilhões de reais”.

        Os tiras explicaram que, “o nome da operação significa “arrependidos” e faz referência a termo empregado na Itália para designar pessoas que integraram organizações criminosas e, após suas prisões, decidiram se arrepender e colaborar com as autoridades para o avanço das investigações”. Mais informações na  Comunicação Social da Polícia Federal em Curitiba-PR, pelo e-mail: cs.srpr@dpf.gov.br , nos telefones: (41) 3251-78-09 e (41) 99242-55-43.

         FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.pf.gov.br