POLÍCIA
FEDERAL DETONA MÁFIA MINEIRA QUE FRAUDAVA INSS
FOTOS DO SITE DA
POLÍCIA FEDERAL (PF): www.pf.gov.br
A Polícia
Federal (PF) deflagrou, na manhã de hoje (22/10), a Operação Policial “ACINTE”
para combater esquema de fraudes na obtenção de benefícios previdenciários
(FOTO). Trata-se de mais uma ação da Força Tarefa Previdenciária em Minas
Gerais, liderada pela PF, e também integrada pela Coordenação Geral de
Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT). Trinta e oito policiais
federais cumpriram dois mandados de prisão preventiva, três mandados de prisão
temporária e nove mandados de busca e apreensão nas cidades mineiras de Betim,
Contagem e Juatuba. A ação contou com a participação de dois integrantes da
CGINT. Todas as medidas cautelares foram expedidas pela 35ª Vara Criminal da
Justiça Federal em Belo Horizonte.
Segundo a Polícia Federal (PF), “a partir do confronto de
dados, inicialmente fornecidos pela CGINT e pelo Tribunal de Contas da União,
as investigações realizadas pela Polícia Federal revelaram um esquema de
fraudes na obtenção de benefícios previdenciários de prestação continuada
(LOAS)”. A PF explicou que, “a fraude consistia na criação de “beneficiários”,
a partir da confecção de cédulas de identidade, certidões de nascimento e
comprovantes de endereço falsos”. Ela contou ainda que, “somente com os
processos previdenciários, já identificados, o Instituto Nacional do Seguro
Social (INSS) sofreu, um desfalque de cerca de 3,2 milhões, consoante
pagamentos já realizados, montante que poderia chegar a mais de 13,5 milhões,
prejuízo evitado com a deflagração da operação de hoje”.
A Polícia Federal explica que, “todos os investigados
responderão, pelos crimes de formação de quadrilha e de estelionato qualificado.
Os meliantes podem ser condenados, a até seis anos e meio de prisão por cada
fraude comprovada contra o INSS. Os marginais responderão também, pelo crime de
associação criminosa e a pena é de até três anos de cadeia”. O nome da operação
faz alusão à postura de dois investigados em relação à Justiça. Um deles foi
indiciado em cerca de 100 inquéritos policiais que tramitaram na PF, com
condenação em pelo menos três ações penais relacionadas à prática de
estelionato em detrimento do INSS. O outro possui vários registros policiais,
tendo sido preso em flagrante em Ubá/MG em maio de 2017, nas dependências da Receita
Federal, tentando obter registros, na base Cadastro de Pessoa Física (CPF), com diversos documentos de
identidade falsos.
A ação penal a que o segundo envolvido responde encontra-se
em fase de prolação de sentença. Nada obstante, ambos permanecem fraudando o
INSS e, mensalmente, gastam grande parte de seu tempo comparecendo às agências
bancárias para sacar os valores relacionados aos benefícios fraudados. Mais
informações na Comunicação Social da PF/MG, pelo e-mail:cs.srmg@dpf.gov.br, no
site: www.pf.gov.br e pelo telefone: (31)
3330-52-70. Os marginais estão no xilindró vendo, o sol nascer quadrado, prá
ficarem espertos. Segundo o artigo 157 do Código Penal Brasileiro, “Subtrair
coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência
a pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade
de resistência (roubar) é crime. A pena é de 04 a 10 anos de cadeia e multa”.
Xilindró neles, prá ficarem espertos.
FONTE DAS
INFORMAÇÕES: www.pf.gov.br

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