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sexta-feira, 20 de março de 2026

 CELULAR DA PORNOGRAFIA INFANTIL NO RECANTO DAS EMAS “BOCA DO INFERNO”






FOTOS DOS SITES DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.pcdf.df.gov.br  E DA    

POLÍCIA  FEDERAL (PF): www.pf.gov.br

A 27ª DP apreendeu, na manhã dessa sexta-feira, (20/03), um telefone celular da pornografia infantil no Recanto das Emas “Boca do Inferno” (FOTOS). O aparelho foi recolhido, na Operação Última Conexão, pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Houve o apoio da Seção de Atendimento à Mulher (SAM) da 27ª DP. Os agentes contaram também, com o apoio Polícia Civil do Estado de Alagoas e integrada por intermédio do Núcleo de Planejamento Operacional. A Operação Última Conexão (FOTOS) foi composta também, pela Delegacia Regional de São Miguel dos Campos e da Coordenação de Homicídios do Interior. O objetivo foi de cumprir mandados de busca e apreensão contra, um homem (FOTOS). Esse meliante é investigado, pelos crimes de estupro de vulnerável na modalidade virtual, produção e armazenamento de pornografia infantil (FOTOS).

As investigações foram conduzidas, pela 27ª DP e tiveram início, após a comunicação formalizada, pela genitora de uma adolescente de 12 anos de idade. A vítima e a sua mãe residem no Recanto das Emas, “Boca do Inferno”. Essa menina vinha apresentando, um comportamento atípico, com tristeza profunda e isolamento. O episódio levou, os pais da mocinha, a verificarem seu aparelho celular.

Descobriu-se uma conversa no aplicativo WhatsApp, com um número de telefone de Alagoas e o criminoso ameaçava de divulgação de suposto material íntimo e coagia, a menor. O pedófilo virtual exigia, que a menina produzisse  e enviar vídeos e fotografias de conteúdo pornográfico. O pedófilo de Alagoas exigindo cenas de masturbação e atos sexuais explícitos. O Cine Prive Infantil era produzido,  uma escalada criminosa e evoluiu, para videochamadas ao vivo.

As diligências investigativas lograram, o êxito em identificar, o titular do referido aparelho telefônico e tratando-se de um homem natural de Alagoas. Esse produtor de pornografia infantil, já tem uma extensa rede de familiares e contatos no estado. O aprofundamento das investigações revelou, que o meliante utilizava, uma sofisticada estrutura de ocultação.

A Operação Última Conexão descobriu, que o pedófilo virtual valia-se de cadastros “laranjas” e de familiares para dificultar seu rastreamento. O objetivo desse criminoso era incluir, a utilização de múltiplas chaves PIX em nome de terceiros, criadas e excluídas em um padrão característico de transações financeiras ilícitas.

A Operação Última Conexão realizada, nos endereços vinculados ao investigado e a sua família em Maceió e Boca da Mata/AL. Durante o cumprimento foi apreendido, um dos aparelhos celulares efetivamente utilizados na prática dos crimes contra a criança do Distrito Federal. O equipamento será encaminhado ao Instituto de Criminalística da Polícia Civil do Distrito Federal para a realização de perícia técnica aprofundada, com o objetivo de extrair dados, localizar o material pornográfico produzido pela vítima, identificar outras possíveis vítimas e avançar nas investigações sobre a rede criminosa.

A ação conjunta entre as Polícias Civis do Distrito Federal e de Alagoas demonstra, o compromisso das instituições, com a proteção de crianças e adolescentes. Tudo isso independentemente das fronteiras estaduais, e com a repressão qualificada aos crimes de violência sexual. Eles foram praticados contra, esse público vulnerável. As investigações prosseguem visando à completa elucidação dos fatos e à identificação de todos os envolvidos.

O Código Penal Brasileiro diz, lá no seu artigo 213: “Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso: Ou seja, o estupro é crime e a pena de reclusão é de 06 a 10 anos de cadeia”.

      Já o artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente diz: “adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente é crime. A pena de reclusão é de 01 a 04 anos de cadeia e multa”.

Xilindró nesses pedófilos de Brasília e do Brasil inteiro. Eu só lamento, o fato da pena ser de 01 a 04 anos e não de 10 a 40 anos de cadeia, em regime totalmente fechado. Sem redução de pena, nem cela especial, sem mordomia nenhuma e que ele morresse vendo, o sol nascer quadrado, pra ficar esperto.

A 27ª DP e a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), não me passaram, o nome e nem a foto desse produtor e armazenador de pornografia infantil do Recanto das Emas, “Boca do Inferno”.  

FONTE DAS INFORMAÇÕES:

www.pcdf.df.gov.br

quarta-feira, 18 de março de 2026

 

 

FORÇA INTEGRADA ENFRENTA O CRIME ORGANIZADO  15 ESTADOS BRASILEIROS E EM BRASÍLIA


FOTO DO SITE DA POLÍCIA  FEDERAL (PF): www.pf.gov.br

Uma Força Tarefa enfrentou, o crime organizado, em 15 Estados brasileiros e no Distrito Federal, na manhã dessa quarta-feira, (18/03) (FOTO). A operação foi batizada de Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCO). Essa ação da Segurança Pública foi para, o combate ao tráfico de drogas e de armas, à atuação de facções criminosas, lavagem de dinheiro, entre outros crimes. Foram cumpridos 180 mandados de busca e apreensão e 112 mandados de prisão. A Força Tarefa aconteceu, nos estados de Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará e Minas Gerais. Essa Força Tarefa agiu também, em: São Paulo, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul e Sergipe. Em 2025, as FICCOs realizaram 246 operações. Foram cumpridos, mais de 2000 mandados de busca e apreensão e mais de 1500 mandados de prisão.

As FICCOs foram criadas com base no conceito de força-tarefa. Elas têm como objetivo fortalecer, o enfrentamento, às organizações criminosas e por meio da integração entre instituições de Segurança Pública. Participam da iniciativa polícias civis, militares e penais, guardas municipais. A operação contou com o apoio da Polícia Rodoviária Federal, SENAPPEN e secretarias de segurança pública estaduais. Foi uma atuação conjunta e coordenada pela Polícia Federal, sem hierarquia, entre as instituições participantes.

 

As FICCOs estão presentes em todos os estados da federação e no Distrito Federal. Atualmente 39 unidades atuam, em diferentes localidades do país. Operação Dry Fall. Ação contra organização criminosa com vínculos ao Comando Vermelho (CV), envolvida com tráfico de drogas e crimes violentos associados à disputa territorial no interior paulista. Estão sendo cumpridos 34 mandados de busca e apreensão e 37 mandados de prisão temporária, além do sequestro e bloqueio de mais de 100 contas bancárias, com valores que podem chegar a R$ 70 milhões.

        Ação contra grupo envolvido com tráfico de drogas e armas, roubos de cargas e lavagem de dinheiro. Essa  atuação foi no Sertão de Pernambuco. Foram cumpridos: 49 mandados de busca e apreensão e 15 mandados de prisão temporária. Houve ainda, o bloqueio de ativos financeiros de até R$ 05 milhões e restrições sobre imóveis e veículos.

A Operação Ictio é uma ação contra, uma organização criminosa dedicada ao tráfico de cocaína e crack em larga escala na Grande São Luís do Maranhão. Houve ainda, a lavagem de capitais, por meio de empresas fantasmas e bens registrados, em nome de terceiros. Foram cumpridos 30 mandados de busca e apreensão e 07 mandados de prisão temporária.

 O combate ao crime organizado estendeu-se, para as seguintes regiões do Brasil: Maranhão, Ceará e Espírito Santo. Houve também, o bloqueio financeiro de R$ 297 milhões e sequestro de imóveis, veículos de luxo, maquinário pesado e arma de fogo.

 

FICCO/RS – PORTO ALEGREl/RS

 

Operação Célula Oculta. Ação para desarticular grupo envolvido com tráfico de drogas na Serra Gaúcha e no Vale do Rio dos Sinos. Estão sendo cumpridos 18 mandados de busca e apreensão e 11 mandados de prisão preventiva em sete municípios do estado.

 

FICCO/BA – SALVADOR/BA

 

Operação Epílogo. Ação conjunta com o Comando de Policiamento da Região Leste da Polícia Militar da Bahia (CPR-L/PMBA). A 1ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (1ª COORPIN/PCBA) para combater, o tráfico de drogas e organizações criminosas. Foram cumpridos, 08 mandados de busca e apreensão e 07 mandados de prisão.

 

FICCO/ES – VITÓRIA/ES

Operação Turquia II. Ação voltada à desarticulação de grupo investigado, por desvio e revenda de entorpecentes apreendidos. Estão sendo cumpridos 3 mandados de busca e apreensão, 5 mandados de prisão temporária e 1 mandado de afastamento de função pública.

 

FICCO/AM – MANAUS/AM

 

Operação Rastreio. Apura grupo dedicado ao tráfico de drogas por meio do Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes. Estão sendo cumpridos 04 mandados de busca e apreensão e 04 mandados de prisão preventiva em Manaus.

 

FICCO/AL – MACEIÓ/AL

 

Operação Última Fatia. Combate grupo envolvido com tráfico de drogas que utilizava uma pizzaria de fachada para ocultar atividades ilícitas. Estão sendo cumpridos 05 mandados de busca e apreensão domiciliar, além de quebra de sigilo de dados telemáticos. As diligências ocorrem no município de Satuba, região metropolitana de Maceió.

 

FICCO/GO – GOIÂNIA/GO

 

Operação Corrosão II. Continuidade das ações contra grupo envolvido com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Estão sendo cumpridos 4 mandados de prisão preventiva nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul e Maranhão.

 

FICCO/PA – BELÉM/PA

 

Operações Covil II – COP (4ª fase) e Custus Legis. A Operação Covil II cumpre 02 mandados de prisão preventiva e 02 de busca e apreensão contra integrantes do Comando Vermelho no Pará. A Operação Custus Legis cumpre mandado de busca e apreensão e determina o uso de tornozeleira eletrônica por ex-servidora do Tribunal de Justiça do Pará investigada por colaboração com organização criminosa.

 

FICCO/SE – ARACAJU/SE

 

Operação Guardiões de Fogo. Voltada ao combate ao tráfico de armas de fogo e munições. Foram cumpridos 02 mandados de busca e apreensão nos municípios de Aracaju e Itaporanga D’Ajuda.

FICCO/AP – MACAPÁ/AP

Operação Invasor. Apura a subtração de equipamento de informática pertencente, a assessor de senador da República, pelo estado do Amapá. Está sendo cumprido 1 mandado de busca e apreensão, com recuperação do equipamento. As diligências seguem para identificação do responsável.

 

FICCO/PR – FOZ DO IGUAÇU/PR

 

Operação Blue Sky nas cidades de Céu Azul/PR, Cascavel/PR, Vera Cruz do Oeste/PR, Matelândia/PR e Foz do Iguaçu/PR. Foram cumpridos 23 mandados de busca e apreensão domiciliar e nove de prisão preventiva. Tem por objetivo desarticular uma organização criminosa com vínculos operacionais ao Primeiro Comando da Capital (PCC) dedica, a prática de crimes violentos no contexto de disputa territorial no interior paranaense.

 

FICCO/MG – BELO HORIZONTE/MG

 

Operação Terminus. No primeiro dia da Operação Terminus, foi localizado e preso em Sete Lagoas/MG um indivíduo que se encontrava foragido, condenado há mais de 8 anos de reclusão em regime fechado, pelo crime de tráfico de drogas. Demais ações de captura continuarão a ser executadas ao longo de toda a semana.

 

FICCO/CE – FORTALEZA/CE

 

Operação Contenção. Captura de autores de crimes violentos, cuja atuação reiterada representava risco concreto à ordem pública e à segurança coletiva. A operação cumpre 10 mandados de prisão.

Eu só tenho, uma pergunta a fazer, pra você meu caro e querido leitor:

_ “Desde quando, bandido assume, o que faz” ?

A verdade é que o Crime Organizado, em si é uma praga, que há mais de 40 anos infelizmente instalou-se, no seio da sociedade brasileira e difícil de ser destruído, mas não impossível. Basta, as autoridades, principalmente as do Congresso Nacional fazerem, leis mais duras, rigorosas e sem brechas, para passar, a mão na cabeça de criminoso nenhum e não poupar máfia nenhuma.

Passou da hora dos bandidos do Brasil, de uma branco, de terno e gravada sentirem, o “peso das mãos da Lei e da Justiça”. Isso, é, se é que existe Justiça forma geral, ou seja “marginais pés de chinelo ou do colarinho” de verdade no Brasil.

FONTE DAS INFORMAÇÕES:

www.pf.gov.br

terça-feira, 17 de março de 2026

 

POLÍCIA FEDERAL COMBATE PEDOFILIA VIRTUAL EM 17 ESTADOS BRASILEIROS E EM BRASÍLIA






FOTOS DO SITE DA POLÍCIA  FEDERAL (PF): www.pf.gov.br

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nessa terça-feira, (17/03), a Operação Guardião Digital, em 17 Estados do Brasil e em Brasília (FOTOS). O objetivo foi de combater crimes cibernéticos relacionados ao abuso sexual de crianças e de adolescentes. Foram cumpridos 34 mandados de busca e apreensão. Até o momento, uma pessoa foi presa em flagrante, pra ficar esperto. Foram cumpridos 34 mandados de busca e apreensão, em todo o Brasil. A intenção foi identificar e para responsabilizar criminosos. Os pedófilos atuam, principalmente na internet. Eles armazenam, compartilham, produzem e comercializam, o material de abuso sexual infanto-juvenil (FOTOS). Os mandados de busca e apreensão aconteceram, nos Estados: AP – 01, AM – 01, BA – 02, DF- 01, ES – 03, GO – 02 e MG – 03. O combate a Pedofilia Virtual estendeu-se, para outras regiões do país (FOTOS), como:  MS – 01, MT – 01, PA – 01, PB – 01, PR – 02, PE – 01,  PI – 02 e RJ – 04. A Polícia Federal (PF) agiu também, em outros lugares do Brasil, como: RN – 01, RO – 01, RS – 02 e  SP – 04.

A Operação Guardião Digital integra, o esforço permanente da PF, no enfrentamento a esse tipo de crime. Considera-se, uma das mais graves violações, à dignidade de crianças e de adolescentes. A deflagração ocorre no mesmo dia, em que entra em vigor a Lei nº 15.211/2025. Ela é conhecida, como Estatuto da Criança e do Adolescente Digital (ECA Digital). A Lei estabelece, novos mecanismos de proteção de crianças e de adolescentes no ambiente virtual.

Entre as medidas previstas na legislação está, a criação do Centro Nacional de Proteção à Criança e ao Adolescente. A estrutura será implementada,  no âmbito da Polícia Federal. A intenção é receber comunicações de provedores de internet, sobre conteúdos, que violem a dignidade sexual de crianças e de adolescentes.

NOMENCLATURA E ALERTA

Embora o termo “pornografia” ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente. A  comunidade internacional adota preferencialmente, as expressões “abuso sexual de crianças e adolescentes”. Ou "violência sexual de crianças e adolescentes", por refletirem com maior precisão, a gravidade desses crimes.

A Polícia Federal reforça, a importância da prevenção e orienta pais e responsáveis, a acompanharem, o uso da internet, por crianças e por adolescentes. É uma forma de reduzir riscos e de proteger, as possíveis vítimas. O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação. A intenção é de que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas, também são medidas importantes de proteção.

O Código Penal Brasileiro diz, lá no seu artigo 213: “Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso: Ou seja, o estupro é crime e a pena de reclusão é de 06 a 10 anos de cadeia”.

      Já o artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente diz: “adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente é crime. A pena de reclusão é de 01 a 04 anos de cadeia e multa”.

Xilindró nesses pedófilos de Brasília e do Brasil inteiro. Eu só lamento, o fato da pena ser de 01 a 04 anos e não de 10 a 40 anos de cadeia, em regime totalmente fechado. Sem redução de pena, nem cela especial, sem mordomia nenhuma e que eles morressem vendo, o sol nascer quadrado, pra ficarem espertos.

             FONTE DAS INFORMAÇÕES:

                www.pf.gov.br


segunda-feira, 16 de março de 2026


POLÍCIA APURA POSSÍVEL USO INDEVIDO DE SISTEMAS PÚBLICOS PARA OBTENÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE AUTORIDADES DO DF


FOTO DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.pcdf.df.gov.br

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou, na manhã dessa segunda-feira,(16/03), a Operação Nexus Fractus (FOTO). O fato aconteceu, por meio da Delegacia de Repressão à Corrupção (DRCOR). Ela é subordinada, ao Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (DECOR). Foram cumpridos, 03  mandados de busca e apreensão. Tudo aconteceu, no âmbito de investigação que apura o possível uso indevido de dados e informações constantes em bancos de dados restritos de órgãos públicos. O nome da operação deriva das expressões latinas “nexus” (conexão ou vínculo) e “fractus” (quebrado ou rompido). Ela faz referência, à possível ruptura do vínculo de confiança no acesso e na utilização de dados institucionais restritos.

 A investigação teve início, após denúncia anônima. Ela indicou que uma “empresa privada de investigação’ estaria realizando, um monitoramento de autoridades públicas, empresários e outros cidadãos do Distrito Federal. Havia  uma possível utilização irregular de dados obtidos em sistemas restritos da administração pública.

No curso das diligências foram reunidos, elementos que indicam, um policial civil aposentado. Esse funcionário público atualmente ocupa, um cargo comissionado em uma empresa pública distrital e com acesso a bases de dados institucionais. O tira dominava, inclusive aos sistemas da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) via Acordo de Cooperação Técnica. Esse homem teria acessado informações cadastrais de empresários, policiais, jornalistas, servidores púbicos de gabinetes de parlamentares dos legislativo distrital e federal e do executivo local.  O mesmo esse policial civil fez, com pessoas e que têm, um vínculo de parentesco com as personalidades citadas acima.

Segundo a investigação, tais consultas teriam sido utilizadas, para fins particulares ainda não identificados e em benefício de empresa privada. Ela é vinculada ao próprio investigado e essa hipótese está sendo apurada no âmbito do inquérito policial.

 Os mandados de busca e apreensão têm como objetivo colher, novos elementos de prova. Identificar a extensão dos acessos realizados, e o objetivo da utilização desses dados. Verificar a eventual participação de outros envolvidos, nos crimes de violação de sigilo funcional qualificado e de invasão de dispositivo de informático qualificado.

A operação reforça, o compromisso da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), com a proteção de dados institucionais e com o combate ao uso indevido de informações públicas.

Eu só tenho, uma pergunta a fazer, pra você meu caro e querido leitor:

_ “Desde quando, bandido assume, o que faz” ?

A verdade é que o Crime Organizado, em si é uma praga, que há mais de 40 anos infelizmente instalou-se, no seio da sociedade brasileira e difícil de ser destruído, mas não impossível. Basta, as autoridades, principalmente as do Congresso Nacional fazerem, leis mais duras, rigorosas e sem brechas, para passar, a mão na cabeça de criminoso nenhum e não poupar máfia nenhuma.

Passou da hora dos bandidos do Brasil, de uma branco, de terno e gravada sentirem, o “peso das mãos da Lei e da Justiça”. Isso, é, se é que existe Justiça forma geral, ou seja “marginais pés de chinelo ou do colarinho” de verdade no Brasil.

FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.pcdf.df.gov.br

sexta-feira, 13 de março de 2026


 

 

OPERAÇÃO BLACKBOARD: MINISTÉRIO PÚBLICO INVESTGA CRIME ORGANIZADO QUE DESVIOU MAIS DE R$ 46 MILHÕES DA EDUCAÇÃO

FOTO DO SITE DO MINISTÉRIO PÚBLÍCO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS (MPDFT):

www.mpdft.mp.br/portal/


O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) deflagrou, nessa sexta-feira, (13/03), a Operação Blackboard  (FOTO). O objetivo foi o combati, a um crime organizado, que desviou de mais de R$ 46 milhões da educação. A máfia cometia: crimes de corrupção, fraude à licitação, peculato, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa. Esse esquema macabro desviou, mais de R$ 46 milhões da educação pública local. Foram cumpridos, 31 mandados de busca e apreensão:  03 no Estado de São Paulo, 01 em Goiás, 01 em Tocantins e os demais aqui no Distrito Federal.

A ação foi coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO). Ela apura crimes de corrupção, fraude à licitação, peculato, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa. O esquema articulado na Secretaria de Educação, que envolveu: a locação fraudulenta de imóvel privado, localizado em um setor de motéis e para abrigar, uma escola pública. Houve dispensa ilegal de licitação e superfaturamento do contrato.

A investigação aponta, a participação de agentes públicos com prerrogativa de foro. Há indícios de desvio de mais de R$ 46 milhões do orçamento da educação. Parte expressiva desses recursos é proveniente de emendas parlamentares e destinadas de forma irregular.

A operação contou com o apoio dos Gaecos dos Ministérios Públicos dos Estados de São Paulo, de Goiás e de Tocantins, além do Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (DECOR/PCDF) e da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

O crime de furto é punido pelo artigo 155 da Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940 do Código Penal Brasileiro, que diz: ”Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel (furtar) é crime e a pena é de 01 a 04 anos de cadeia e multa”. Xilindró pesado, duro, rigoroso, nesses marginais e que eles apodreçam, lá, pra ficarem espertos.

Eu só tenho, uma pergunta a fazer, pra você meu caro e querido leitor:

_ “Desde quando, bandido assume, o que faz” ?

A verdade é que o Crime Organizado, em si é uma praga, que há mais de 40 anos infelizmente instalou-se, no seio da sociedade brasileira e difícil de ser destruído, mas não impossível. Basta, as autoridades, principalmente as do Congresso Nacional fazerem, leis mais duras, rigorosas e sem brechas, para passar, a mão na cabeça de criminoso nenhum e não poupar máfia nenhuma.

Passou da hora dos bandidos do Brasil, de uma branco, de terno e gravada sentirem, o “peso das mãos da Lei e da Justiça”. Isso, é, se é que existe Justiça forma geral, ou seja “marginais pés de chinelo ou do colarinho” de verdade no Brasil.

FONTE DAS INFORMAÇÕES:

www.mpdft.mp.br/portal/

quinta-feira, 12 de março de 2026

FONOAUDIÓLOGO PEDÓFILO ABUSOU DE CRIANÇA DE 04 ANOS DE IDADE AUTISTA E FOI PRESO EM TAGUATIGA SUL “PRA FICAR ESPERTO” 






FOTOS DO SITE DA POLÍCIA  FEDERAL (PF): www.pf.gov.br

Um fonoaudiólogo pedófilo de 37 anos de idade foi preso temporariamente, na manhã dessa quinta-feira, (12/03), em Taguatinga Sul (FOTO). A prisão desse fonoaudiólogo aconteceu, após uma denúncia de prática de crime de estupro de vulnerável contra, uma menina. A vítima tem 04 anos de idade e é autista. A denúncia partiu da mãe da criança, após observar, o comportamento estranho da vítima e a sua recusa, em ir as sessões de fonoaudiologia. Esse profissional foi preso, em sua própria casa, pra ficar esperto. Na residência do criminoso foram apreendidos: computador, aparelho celular, e materiais que permitam, o confronto genético (FOTOS). A operação foi deflagrada, pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e por intermédio da Seção de Atendimento à Mulher (SAM) da 21ª DP de Taguatinga Sul. O objetivo foi dar cumprimento, a 02 mandados de busca e apreensão e 01 mandado de prisão temporária expedidos em desfavor desse homem.

Segundo as investigações, o investigado trabalhava como fonoaudiólogo em uma clínica especializada no atendimento de crianças portadoras de autismo. Em dezembro de 2025, durante um dos atendimentos, o meliante teria praticado ato libidinoso diverso da conjunção carnal com uma criança de apenas quatro anos de idade e portadora de condição que acentua sua hipervulnerabilidade, no caso diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA), condição não verbal.

 

Na ocasião dos fatos, a criança, ao passar pelo atendimento do profissional, teria deixado, o consultório “em crise”. O episódio gerou situação de alerta em sua genitora, que considerou incomum o choro intenso e persistente da menor. Em ato contínuo, ao se retirar da clínica, a genitora da menor. Essa menina continuava, a chorar de forma intensa. Mas foi na  troca de fraldas, que constatou-se, a presença de um fio de cabelo e não compatível, com o seu.

 Enquanto chorava, a criança tocava as próprias partes íntimas, como quem quisesse indicar algo. A genitora da criança registou ocorrência policial e apresentou, o fio de cabelo encontrado na fralda. Bem como as vestimentas utilizadas, pela criança e durante, o atendimento. Foram realizados, os exames periciais devidos, sendo constatada, nas roupas da criança, “a presença de espermatozoide (raros)”.

Na sequência foi dado cumprimento de busca e apreensão na clínica, local em que foi realizado, o trabalho de perícia no armário pessoal do fonoaudiólogo. O mesmo tratamento aconteceu,  na sala em que ele efetuava os atendimentos. Durante o exame pericial constatou-se, a presença de diversos pontos e contendo material genético. Ele foi coletado e será submetido, a novos exames, a fim de confirmar se trata-se de sêmen.

O Código Penal Brasileiro diz, lá no seu artigo 213: “Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso: Ou seja, o estupro é crime e a pena de reclusão é de 06 a 10 anos de cadeia”.

      Já o artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente diz: “adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente é crime. A pena de reclusão é de 01 a 04 anos de cadeia e multa”.

Xilindró nesses pedófilos de Brasília e do Brasil inteiro. Eu só lamento, o fato da pena ser de 01 a 04 anos e não de 10 a 40 anos de cadeia, em regime totalmente fechado. Sem redução de pena, nem cela especial, sem mordomia nenhuma e que ele morresse vendo, o sol nascer quadrado, pra ficar esperto.

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e a 21ª DP, não me passaram, o nome e nem a foto, desse fonoaudiólogo, pedófilo e tarado de 37 anos de idade (de pilantragem e safadeza também). Também não me passaram, o nome e nem a foto da clínica especializada no atendimento de crianças portadoras de autismo, em Taguatinga Sul.

FONTE DAS INFORMAÇÕES:

www.pcdf.df.gov.br