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quinta-feira, 25 de junho de 2026

 

MAFIÁS FURTARAM FIOS DE COBRE GERARAM UM PREJUÍZO PERTO DE R$ 97, 01 MILHÕES E ACABARAM NO XILINDRÓ DE BRASÍLIA “PRA FICAREM ESPERTAS” 


FOTO DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.pcdf.df.gov.br 

 Duas máfias que furtavam fios de cobre acabaram, no xilindró de Brasília, pra ficarem espertas (FOTO). Os ladrões foram presos, na manhã, dessa quinta-feira, (25/06), pela Operação Ecossistemas do Cobre da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Houve o intermédio da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Ordem Tributária (DECOR). As facções atuavam, em núcleos distintos e praticassem diferentes modalidades delitivas. Esses dois crimes organizados, se uniram integrando, a mesma cadeia produtiva e comercial do cobre. As gangues beneficiavam-se mutuamente das atividades desenvolvidas e em suas diversas etapas. Foram cumpridos, 26 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, Minas Gerais, Tocantins e Paraná.


DOIS NÚCLEOS DA BANDIDAGEM


O primeiro núcleo é investigado, pela receptação e comercialização de cobre proveniente de furtos de cabos no Distrito Federal. Pessoas físicas e jurídicas ligadas, ao comércio de sucatas e à reciclagem de metais, especialmente ferros-velhos, receberam mais de R$ 45,5 milhões. Em menos de um ano, de uma empresa de fachada sediada em Tocantins, sem emitir notas fiscais que justificassem, os pagamentos.

O segundo núcleo atuava, por meio de 21 empresas “noteiras” do Distrito Federal. Nove delas autuadas, pela Receita do DF, todas registradas em nome de laranjas e sem estrutura física, empregados ou contas bancárias. Apesar dessas características, as empresas emitiram mais de R$ 1,4 bilhão em notas fiscais para a mesma empresa de fachada tocantinense.

MODUS OPERANDI

Os documentos fiscais cumpriam, duas funções dentro do esquema: conferir aparência de origem lícita ao cobre comercializado e posteriormente remetida. Esse delito está vinculado, a empresas localizadas principalmente em Minas Gerais e São Paulo. O crime gerar fraudulentamente créditos tributários, por meio da circulação sucessiva das notas fiscais e pelas diferentes etapas da cadeia empresarial.

Na etapa seguinte da fraude, a empresa tocantinense emitia novos documentos fiscais e tinha como principal destinatária uma grande empresa do setor metalúrgico. A fraude também está ligada, a condutores elétricos situada, em Minas Gerais. Mais de 73% das notas fiscais emitidas pela empresa de Tocantins foram destinadas à companhia mineira. Somente em 2021, foram identificadas 212 notas fiscais, no valor total aproximado de R$ 97,01 milhões.

A INVESTIGAÇÃO

A investigação alcança, assim, a origem física do cobre, sua circulação e comercialização. A movimentação dos valores e a cadeia documental utilizada, para regularizar fraudulentamente as mercadorias. O esquema criminoso geraria, créditos tributários sem correspondência e com operações comerciais efetivamente realizadas.

O nome da Operação faz referência, à existência de dois grupos criminosos distintos, mas inseridos na mesma cadeia econômica. Um dos grupos atuava na receptação, no processamento e na comercialização do cobre proveniente de furtos de cabos. O outro utilizava empresas fictícias, notas fiscais falsas e créditos tributários fraudulentos para conferir aparência de regularidade à origem e à circulação das mercadorias. A empresa de fachada sediada, em Tocantins conectava os dois núcleos e recebendo, os documentos. Eles eram emitidos, pelas “noteiras” transferindo, valores aos receptadores e emitindo novas notas fiscais, para as empresas compradoras.

O MERCADO DO COBRE FURTADO

O mercado do cobre furtado, entre os receptadores identificados, como beneficiários do esquema criminoso. Nessa  investigação, dois deles foram presos no âmbito da Operação Power Cut da CORPATRI/PCDF. A chamada “limpeza do cobre” consiste na retirada da cobertura de plástico ou borracha dos cabos frequentemente, por meio da queima dos fios. O procedimento aumenta o valor de revenda do metal, porque permite sua comercialização em estado mais puro.

Além disso, elimina cores, inscrições, marcas e outros elementos que poderiam identificar cabos pertencentes a concessionárias de energia, empresas de telefonia, provedores de internet ou outros responsáveis pela infraestrutura atingida pelos furtos.

Em agosto de 2024, o chamado “cobre mel” é considerado, mais puro e de maior valor comercial. O metal valioso era adquirido, por aproximadamente R$ 43 por quilo. O “cobre misto” ou queimado era negociado por cerca de R$ 41 por quilo. Já o material reconhecido pelos receptadores, como proveniente de furtos era comprado, por valores inferiores. O preço era entre R$ 28 e R$ 30 por quilo, em razão do conhecimento sobre sua origem ilícita e dos riscos envolvidos na transação.

Em uma das negociações, um receptador chegou, a pagar R$ 42,50, pelo quilo do cobre. A intenção era assegurar, a entrega do material e impedir, que o fornecedor (criminoso que furta os cabos de cobre) o vendesse a estabelecimentos concorrentes.

Os diálogos entre os receptadores demonstram, a existência de um mercado estruturado. Os estabelecimentos concorriam, pela aquisição do material  ajustavam, os preços conforme a origem e a qualidade do cobre. Os bandidos mantinham fornecedores habituais.

 Em uma das conversas, os interlocutores cogitaram seguir, uma carga furtada e para descobrir, qual depósito receberia, o material. 21 empresas fictícias e R$ 1,4 bilhão em notas fiscais. A investigação identificou 21 empresas “noteiras” sediadas no DF e operadas pelo núcleo responsável pelos crimes tributários. Eles eram distintos dos grupos diretamente envolvidos na receptação do cobre.

OS LARANJAS

Todas estavam registradas em nome de laranjas, não possuíam estrutura física, empregados ou contas bancárias. Mesmo sem capacidade operacional ou financeira, emitiram notas fiscais no valor total de R$ 1,4 bilhões para uma única empresa de fachada sediada em Tocantins, conforme análise de documentos fornecidos pela Receita do Distrito Federal.

Em um dos casos mais expressivos, uma única empresa “noteira” do DF emitiu, 63 notas fiscais e em apenas um dia. Foi alcançando, o valor superior a R$ 72 milhões. Outra empresa emitiu, mais de R$ 80 milhões em documentos fiscais no intervalo de dois dias. As empresas foram utilizadas exclusivamente, para emitir documentos fiscais sem lastro, criar suporte documental fictício para a circulação do cobre e gerar créditos tributários fraudulentos a destinatários.

 

A EMPRESA DE FACHADA

A empresa de fachada sediada em Tocantins, que movimentou mais de R$1,8 bilhões em conta bancária em período de 11 meses (2023/2024). Essa empresa desempenhava, uma função central na conexão entre os grupos criminosos investigados. Ao mesmo tempo em que recebeu, mais de R$ 1,4 bilhões em notas fiscais e emitidas, pelas empresas fictícias do DF. Elas foram emitidas, entre meados de 2021 e 2023. Foram transferidos, mais de R$ 45,5 milhões a pessoas físicas e jurídicas vinculadas à receptação no DF e à comercialização do cobre. Tudo isso, sem receber delas, qualquer documento fiscal e que justificasse, os pagamentos.

 

A empresa tocantinense também transferiu, dezenas de milhões de reais, a pessoas físicas. Os cidadãos não tinham, atividade comercial ou capacidade financeira compatível. Essas pessoas também não tem, os valores recebidos e evidenciando, atos de lavagem de dinheiro.

OS SAQUES DAS EMPRESAS

Foram sacados em espécie, pelo operador da empresa de fachada de Tocantins mais de R$ 25,05 milhões de reais em espécie. O seu faturamento presumido passou de aproximadamente R$ 185 mil, em janeiro de 2021, para R$ 430,4 milhões, em maio de 2022, representando crescimento superior a mil vezes no período analisado.

      A Metalúrgica mineira era a principal destinatária das notas fiscais. Uma grande empresa metalúrgica situada, em Minas Gerais foi a principal destinatária das notas fiscais emitidas, pela empresa de fachada de Tocantins. Ela concentrou, mais de 73% dos documentos fiscais.

A investigação identificou, ainda, que a empresa metalúrgica do estado de Minas Gerais. Ela foi responsável, pela emissão de pelo menos uma dezena de notas fiscais. É  a mesma figurava, como compradora das mercadorias, embora as notas tenham sido formalmente emitidas em nome da suposta vendedora (remetente da mercadoria).

A cadeia de documentos fiscais beneficiava as etapas do esquema. Tanto pela aparente regularização da origem e da circulação de cobre, quanto pela utilização dos créditos tributários gerados, pelas operações fictícias.

MEDIDAS PATRIMONIAIS

Foi deferido o sequestro de bens, direitos e valores no total de R$ 239.239.935,31. Consideraram-se, crimes tributários e lavagens de dinheiro. Os mafiosos poderão responder, conforme a participação individual demonstrada, pelos crimes de organização criminosa, crimes tributários, lavagem de dinheiro e falsidades ideológicas. Participam da ação 45 policiais do DF, com apoio da Polícias Civis de Minas Gerais e de Tocantins.

O crime de furto é punido pelo artigo 155 da Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940 do Código Penal Brasileiro, que diz: ”Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel (furtar) é crime e a pena é de 01 a 04 anos de cadeia e multa”.

Já o crime de Receptação é punido, pelo artigo 180 do Código Penal Brasileiro, que diz: “adquirir, receber, transportar, conduzir ou ocultar, em proveito próprio ou alheio, coisa que sabe ser produto de crime, ou influir para que terceiro, de boa-fé, a adquira, receba ou oculte. Receptação é crime e a pena de reclusão é de 01 a 04 anos de prisão e multa”.

Eu só tenho, uma pergunta a fazer, pra você meu caro e querido leitor:

_ “Desde quando, bandido assume, o que faz” ?

A verdade é que o Crime Organizado, em si é uma praga, que há mais de 40 anos infelizmente instalou-se, no seio da sociedade brasileira e difícil de ser destruído, mas não impossível. Basta, as autoridades, principalmente as do Congresso Nacional fazerem, leis mais duras, rigorosas e sem brechas, para passar, a mão na cabeça de criminoso nenhum e não poupar máfia nenhuma.

Passou da hora dos bandidos do Brasil, de uma forma geral, ou seja “marginais pés de chinelo ou do colarinho branco, de terno e gravada sentirem, o peso das mãos da Lei e da Justiça”. Isso, é, se é que existe Justiça de verdade no Brasil.

FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.pcdf.df.gov.br

quarta-feira, 24 de junho de 2026

 

POLÍCIA CIVIL DE BRASÍLIA NO COMBATE A PEDOFILIA E AO ABUSO SEXUAL INFANTOJUVENIL NO BRASIL





FOTOS DOS SITES DAS POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.pcdf.df.gov.br  E POLÍCIA  FEDERAL (PF): www.pf.gov.br

       

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) saiu, manhã dessa quarta-feira, (24/06), em combate a pedofilia e a exploração sexual infanto-juvenil (FOTOS). A luta contra o crime aconteceu, pela Operação Pharos III, aqui em Brasília e em todo o Brasil (FOTOS). Houve o apoio da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC/DECOR). Foram cumpridos, 08 mandados de prisão preventiva e 08 mandados de busca. Eles foram expedidos contra, os meliantes investigados por compartilhar e armazenar, material de abuso sexual de crianças e adolescentes. A investigação foi conduzida, pelo Núcleo de Investigações Qualificadas da Divisão Policial do Interior da Polícia Civil do Paraná. Aturaram na Operação Pharos III: a ação integrada e simultânea da Polícias Civis Paraná, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Nesse combate a pedofilia e a exploração sexual infanto-juvenil estavam presentes: São Paulo, Goiás, Ceará, Pernambuco e o Distrito Federal.

Aqui no Distrito Federal, um homem de 22 anos foi preso, por mandado de prisão preventiva. Cumpriu-se também, um Mandado de Busca e Apreensão em sua residência, em Arniqueiras. Foram apreendidos dispositivos digitais do colecionador de pornografia infantil e eles serão submetidos à perícia.

A investigação teve origem na análise dos dados extraídos de um smartphone apreendido, com um homem e que foi preso na primeira fase da operação. A prisão desse criminoso teve origem na Delegacia de Polícia de Palmas no Tocantins. Os trabalhos periciais foram realizados, pela Polícia Científica do Paraná.

As evidências obtidas revelaram, a troca de material de abuso e por meio de plataforma de troca de mensagens. Ela prontamente forneceu os dados necessários à identificação de 08 colecionadores de pornografia infanto-juvenil. Esses criminosos têm domicílio nos Estados acima destacados.

A Operação Pharos III também contou, com o apoio técnico do Laboratório de Operações Cibernéticas (CIBERLAB). Ele é vinculado, à Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (DIOPI), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Também houve colaboração internacional da Homeland Security Investigations (HSI), dos Estados Unidos.

As ordens judiciais nos Estados envolvidos visaram prender preventivamente, os criminosos. A Operação Pharos III apreendeu: dispositivos eletrônicos e outros elementos que subsidiem, a investigação em curso. Os policiais reforçaram, as ações integradas de proteção à infância e repressão de crimes praticados no ambiente digital.

Os colecionadores de pornografia infanto-juvenil poderão responderem, pelos crimes de armazenamento e transmissão de material de abuso sexual infantil. As punições estão nos Artigos 241-A e B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). As penas máximas, se somadas podem chegarem,  até 10 anos de xilindró. A operação de hoje deixa claro, a importância da integração e cooperação, entre as Polícias Judiciárias dos Estados no combate ao abuso sexual infantil.

O Código Penal Brasileiro diz, lá no seu artigo 213: “Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso: Ou seja, o estupro é crime e a pena de reclusão é de 06 a 10 anos de cadeia”.

Já o artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente diz: “adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente é crime. A pena de reclusão é de 01 a 04 anos de cadeia e multa”.

Xilindró nesses pedófilos de Brasília e do Brasil inteiro. Eu só lamento, o fato da pena ser de 01 a 04 anos e não de 10 a 40 anos de cadeia, em regime totalmente fechado. Sem redução de pena, nem cela especial, sem mordomia nenhuma e que ele morresse vendo, o sol nascer quadrado, pra ficar esperto.

FONTE DAS INFORMAÇÕES:

www.pcdf.df.gov.br

terça-feira, 23 de junho de 2026

 

 

OPERAÇÃO PARASITAS COMBATI ESQUEMA DE DESCONTOS IRREGULARES EM BENEFÍCIOS DE INATIVOS DO GDF


FOTO DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.pcdf.df.gov.br 

  A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou, na manhã dessa terça-feira, (23/06), a Operação Parasitas, aqui em Brasília (FOTO). O objetivo foi investiga, um esquema de descontos associativos supostamente realizados. A trama não tinha, a autorização em contas de aposentados e pensionistas vinculados ao Governo do Distrito Federal. O combate ao crime contou, com o apoio da Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, a Propriedade Imaterial e a Fraudes (CORF). Foram cumpridos, 04 mandados de prisão temporária, 03 mandados de prisão preventiva e 10 mandados de busca e apreensão. As buscas aconteceram: no Distrito Federal e em Minas Gerais, incluindo Belo Horizonte e Igaratinga. No DF, as medidas ocorrem em regiões como Plano Piloto, Asa Sul, Asa Norte, Recanto das Emas “Boca do Inferno”, Brazlândia e Jardim Botânico. Entre os alvos estão, as sedes de associações investigadas, por suposta participação no esquema. A apuração indica que mais de 3.500 contas podem ter sido atingidas e com prejuízo inicial estimado, em mais de R$ 05 milhões.

Segundo as investigações, associações firmavam contratos, para autorização de débitos automáticos e sem comprovação adequada da manifestação de vontade dos beneficiários. Em diversos casos analisados, as vítimas relataram não ter autorizado os descontos.

A investigação também apura, a eventual participação de pessoas ligadas, à operacionalização dos descontos e à manutenção do modelo de arrecadação investigado. O nome da operação, Parasitas faz referência à suspeita de exploração financeira contínua de aposentados e pensionistas. Esse golpe aconteceu, por meio de descontos realizados e sem, a autorização válida.

O crime de furto é punido pelo artigo 155 da Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940 do Código Penal Brasileiro, que diz: ”Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel (furtar) é crime e a pena é de 01 a 04 anos de cadeia e multa”.

Eu só tenho, uma pergunta a fazer, pra você meu caro e querido leitor:

_ “Desde quando, bandido assume, o que faz” ?

A verdade é que o Crime Organizado, em si é uma praga, que há mais de 40 anos infelizmente instalou-se, no seio da sociedade brasileira e difícil de ser destruído, mas não impossível. Basta, as autoridades, principalmente as do Congresso Nacional fazerem, leis mais duras, rigorosas e sem brechas, para passar, a mão na cabeça de criminoso nenhum e não poupar máfia nenhuma.

Passou da hora dos bandidos do Brasil, de uma forma geral, ou seja “marginais pés de chinelo ou do colarinho branco, de terno e gravada sentirem, o peso das mãos da Lei e da Justiça”. Isso, é, se é que existe Justiça de verdade no Brasil.

FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.pcdf.df.gov.br

segunda-feira, 22 de junho de 2026

  

MAIS UMA MAFIÁ ESPECIALIZADA EM FURTOS DE CAMINHONETES ESTÁ NO XILINDRÓ DE BRASÍLIA “PRA FICAR

 ESPERTA”





                                                                                            

FOTOS DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.pcdf.df.gov.br 


  Mais uma máfia especializada, em furto de caminhonetes está no xilindró de Brasília, pra ficar esperta (FOTOS). Três mafiosos ladrões de carros foram presos, manhã dessa segunda-feira, (22/06), pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Houve o intermédio, da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (CORPATRI). Esse crime organizado é especializado no furto de caminhonetes de alto valor e na adulteração de veículos. Os marginais foram grampeados, em flagrante no âmbito da Operação Sete Curvas na BR-060, pra ficarem espertos.  Eles são uma mulher de 26 anos e dois homens de 25 e 26 anos de idade. O trio mafioso seguia, em direção a Goiânia/GO. Durante a abordagem, os policiais recuperaram uma caminhonete Toyota Hilux, furtada horas antes em Samambaia/DF (FOTOS).

      Os agentes da CORPATRI  apreenderam, um veículo HB20 utilizado, como carro de apoio aparelhos bloqueadores de sinais de GPS. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) recuperou ainda, placas destinadas à clonagem veicular e ferramentas empregadas na adulteração de sinais identificadores. As investigações apontam que, essa facção criminosa, já teria participado do furto de aproximadamente 15 caminhonetes, posteriormente adulteradas e encaminhadas para outros estados da Federação.

Os três ladrões e mafiosos foram autuados, em flagrante pelos crimes:  associação criminosa, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e furto qualificado de veículo automotor transportado para outra unidade da Federação. As investigações prosseguem, para identificar outros comparsas da associação criminosa e localizar outros veículos subtraídos, pela facção.

O crime de furto é punido pelo artigo 155 da Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940 do Código Penal Brasileiro, que diz: ”Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel (furtar) é crime e a pena é de 01 a 04 anos de cadeia e multa”.

Eu só tenho, uma pergunta a fazer, pra você meu caro e querido leitor:

_ “Desde quando, bandido assume, o que faz” ?

A verdade é que o Crime Organizado, em si é uma praga, que há mais de 40 anos infelizmente instalou-se, no seio da sociedade brasileira e difícil de ser destruído, mas não impossível. Basta, as autoridades, principalmente as do Congresso Nacional fazerem, leis mais duras, rigorosas e sem brechas, para passar, a mão na cabeça de criminoso nenhum e não poupar máfia nenhuma.

Passou da hora dos bandidos do Brasil, de uma forma geral, ou seja “marginais pés de chinelo ou do colarinho branco, de terno e gravada sentirem, o peso das mãos da Lei e da Justiça”. Isso, é, se é que existe Justiça de verdade no Brasil.

FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.pcdf.df.gov.br

sexta-feira, 19 de junho de 2026





 

OPERAÇÃO FORNITORI ENFRENTA CRIME ORGANIZADO DO TRÁFICO DE DROGAS EM BRASÍLIA




FOTO DO SITE DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL

          TERRITÓRIOS (MPDFT): www.mpdft.mp.br

         

E

FOTO DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.pcdf.df.gov.br 


O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e a Polícia Civil (PCDF) deflagraram, a Operação Fornitori (FOTOS). O fato aconteceu, na manhã dessa sexta-feira, (19/06), aqui em Brasília. O objetivo foi o combate, ao um crime organizado de traficantes e que até então estava infernizado, o Planalto Central. Participaram da operação a Promotoria de Justiça de Entorpecentes e a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACOL). Foram cumpridos 12 mandados de prisão temporária e 18 de busca e apreensão em Taguatinga, Ceilândia e Recanto das Emas, “Boca do Inferno”. A Operação Fornitori expandiu-se, para o Goiás e o Mato Grosso do Sul.

      A  Operação Fornitori cumpriu, a missão de desarticular, esse grupo responsável, por fornecer e transportar drogas de outros estados para a capital federal. Os policiais civis apuraram, crimes de associação para o tráfico, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Também foi determinado, o bloqueio de contas bancárias de até R$ 01 milhão por investigado. Houve também, o sequestro de sete imóveis avaliados em R$ 05 milhões e veículos no Distrito Federal, em Goiás, em Mato Grosso do Sul e em São Paulo. Foi autorizado ainda o acesso aos dados fiscais e financeiros dos suspeitos e das empresas investigadas.

Os meliantes podem responderem, por tráfico interestadual de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e lavagem de capitais. Somadas, as penas para esses crimes podem ultrapassar 40 anos de prisão.

A INVESTIGAÇÃO

A operação decorre de uma investigação iniciada, em 2023. O intuito foi mapear, a estrutura de uma organização criminosa do Distrito Federal. Essa apuração resultou na prisão de lideranças e executores dos crimes. A etapa atual concentra-se, no escalão superior dessa máfia responsável, pelo abastecimento atacadista. A facção faz, o transporte de substâncias ilícitas entre unidades da federação, além da rede financeira e logística. Ela é usada para ocultar, os rendimentos da atividade criminosa.

De acordo com o promotor de justiça Luiz Humberto de Oliveira, o MPDFT e a PCDF têm atuado em conjunto para combater a atuação dessas organizações criminosas no Distrito Federal. “Estamos buscando a inviabilidade da instalação de facções já conhecidas, como PCC e Comando Vermelho, e também enfraquecer essa facção nascida no DF, chamada Comboio do Cão. Essa aproximação de instituições visa agilizar o fluxo de informações e dar celeridade a decisões judiciais com o objetivo de impedir o crescimento dessas organizações”, afirmou.

Segundo o delegado da Draco, Paulo Francisco, “as provas obtidas nas primeiras investigações, com ênfase no ataque dessa organização criminosa, foram utilizadas nesta operação e em outras que estão em curso”, explicou.

      O crime de tráfico de drogas é punido, pelo artigo 33 da Lei 11.343/2007, que diz: “nada tem de benéfico, pois aumentou, a pena do tráfico de drogas, que era de 03 a 15 anos, para de 05 a 15 anos e impôs uma multa mais pesada 500 a 1.500 R$ dias-multa, o que tem gerado grande discussão doutrinária e jurisprudencial acerca de sua incidência”.  

Traficante é bandido, pilantra e safado. Ele é o câncer da sociedade, o viciado nada mais é do que um escravo da “Indústria do Tráfico de Drogas”, que dá a sua vida para enriquecer o maldito traficante. Esse empresário do submundo do crime tem que ser preso, julgado, condenado, a pena máxima e apodrecer no xilindró da Papuda, pra ficar esperto.

Quem deve a Deus e ao traficante paga, o diabo, com juro, correção monetária e sem troco.

Eu só tenho, uma pergunta a fazer, pra você meu caro e querido leitor:

_ “Desde quando, bandido assume, o que faz” ?

A verdade é que o Crime Organizado, em si é uma praga, que há mais de 40 anos infelizmente instalou-se, no seio da sociedade brasileira e difícil de ser destruído, mas não impossível. Basta, as autoridades, principalmente as do Congresso Nacional fazerem, leis mais duras, rigorosas e sem brechas, para passar, a mão na cabeça de criminoso nenhum e não poupar máfia nenhuma.

Passou da hora dos bandidos do Brasil, de uma forma geral, ou seja “marginais pés de chinelo ou do colarinho branco, de terno e gravada sentirem, o peso das mãos da Lei e da Justiça”. Isso, é, se é que existe Justiça de verdade no Brasil.

FONTE DAS INFORMAÇÕES:

www.mpdft.mp.br

quinta-feira, 18 de junho de 2026

FILHO DE 40 ANOS COM EXTENSA FICHA CRIMINAL ESFAQUEOU O PRÓPRIO PAI DE 77 ANOS E FOI PRESO EM FLAGRANTE EM SÃO SEBASTIÃO “PRA FICAR ESPERTO” 



FOTOS DO SITE DA POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL (PMDF): www.pmdf.df.gov.br     

   Um homem de 40 anos de idade esfaqueou impiedosamente, o seu próprio pai, um idoso de 77 de idade (FOTOS). A tragédia familiar aconteceu, às 08 horas e 45 minutos da manhã, dessa quinta-feira, (18/06), em São Sebastião. Esse assassino foi preso em flagrante, pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), pra ficar esperto (FOTOS). Novos detalhes sobre a prisão revelam, o perfil altamente violento do agressor, que possui uma extensa ficha criminal com diversas passagens pela polícia na mesma região.

O histórico do criminoso acumula múltiplos registros de violência doméstica e com base na Lei Maria da Penha. Esse valentão, já têm  prisões em flagrante ocorridas em 2022, 2023 e 2025. O filho assassino trás também descumprimentos de medidas protetivas de urgência determinadas pela Justiça. A sua folha de antecedentes também aponta crimes de ameaça, injúria, desobediência, episódios anteriores de vias de fato e agressões físicas.

Logo após o crime, a vítima recebeu, os primeiros socorros de uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) ainda na Avenida São Sebastião. Devido à gravidade das perfurações, o idoso foi levado inicialmente, para a Unidade de Atendimento (UPA) de São Sebastião. Esse homem foi estabilizado e transferido, com urgência de helicóptero, pelo CBMDF diretamente, para um hospital de alta complexidade.

Após desferir os golpes de faca dentro da residência, que ficou com marcas de sangue por toda parte, o filho monstro tentou fugir. Esse criminoso foi cercado, por populares perto da Feira Permanente e imediatamente capturado pelas equipes do 21º Batalhão da PMDF. Com a autuação realizada na 30ª DP, o agressor agora responderá, por tentativa de homicídio. O ataque contra, o seu próprio pai idoso chocou, a comunidade local pelo nível de brutalidade.

Xilindró pesado e rigoroso nesse filho valentão e que ele apodreça, lá, pra ficar esperto. Coisa que eu acho difícil e quase impossível de acontecer. A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e a 30ª DP, não me passaram, a foto e nem o nome completo desse monstro de São Sebastião.

 

FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.pmdf.df.gov.br