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segunda-feira, 16 de março de 2026


POLÍCIA APURA POSSÍVEL USO INDEVIDO DE SISTEMAS PÚBLICOS PARA OBTENÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE AUTORIDADES DO DF


FOTO DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.pcdf.df.gov.br

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou, na manhã dessa segunda-feira,(16/03), a Operação Nexus Fractus (FOTO). O fato aconteceu, por meio da Delegacia de Repressão à Corrupção (DRCOR). Ela é subordinada, ao Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (DECOR). Foram cumpridos, 03  mandados de busca e apreensão. Tudo aconteceu, no âmbito de investigação que apura o possível uso indevido de dados e informações constantes em bancos de dados restritos de órgãos públicos. O nome da operação deriva das expressões latinas “nexus” (conexão ou vínculo) e “fractus” (quebrado ou rompido). Ela faz referência, à possível ruptura do vínculo de confiança no acesso e na utilização de dados institucionais restritos.

 A investigação teve início, após denúncia anônima. Ela indicou que uma “empresa privada de investigação’ estaria realizando, um monitoramento de autoridades públicas, empresários e outros cidadãos do Distrito Federal. Havia  uma possível utilização irregular de dados obtidos em sistemas restritos da administração pública.

No curso das diligências foram reunidos, elementos que indicam, um policial civil aposentado. Esse funcionário público atualmente ocupa, um cargo comissionado em uma empresa pública distrital e com acesso a bases de dados institucionais. O tira dominava, inclusive aos sistemas da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) via Acordo de Cooperação Técnica. Esse homem teria acessado informações cadastrais de empresários, policiais, jornalistas, servidores púbicos de gabinetes de parlamentares dos legislativo distrital e federal e do executivo local.  O mesmo esse policial civil fez, com pessoas e que têm, um vínculo de parentesco com as personalidades citadas acima.

Segundo a investigação, tais consultas teriam sido utilizadas, para fins particulares ainda não identificados e em benefício de empresa privada. Ela é vinculada ao próprio investigado e essa hipótese está sendo apurada no âmbito do inquérito policial.

 Os mandados de busca e apreensão têm como objetivo colher, novos elementos de prova. Identificar a extensão dos acessos realizados, e o objetivo da utilização desses dados. Verificar a eventual participação de outros envolvidos, nos crimes de violação de sigilo funcional qualificado e de invasão de dispositivo de informático qualificado.

A operação reforça, o compromisso da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), com a proteção de dados institucionais e com o combate ao uso indevido de informações públicas.

Eu só tenho, uma pergunta a fazer, pra você meu caro e querido leitor:

_ “Desde quando, bandido assume, o que faz” ?

A verdade é que o Crime Organizado, em si é uma praga, que há mais de 40 anos infelizmente instalou-se, no seio da sociedade brasileira e difícil de ser destruído, mas não impossível. Basta, as autoridades, principalmente as do Congresso Nacional fazerem, leis mais duras, rigorosas e sem brechas, para passar, a mão na cabeça de criminoso nenhum e não poupar máfia nenhuma.

Passou da hora dos bandidos do Brasil, de uma branco, de terno e gravada sentirem, o “peso das mãos da Lei e da Justiça”. Isso, é, se é que existe Justiça forma geral, ou seja “marginais pés de chinelo ou do colarinho” de verdade no Brasil.

FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.pcdf.df.gov.br

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