POLÍCIA
DE BRASÍLIA ELUCIDA SEQÜESTRO DE BEBÊ EM SEIS HORAS
FOTOS DO SITE DO
SINDICATO DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (SINPOL/DF): www.sinpoldf.com.br
A Polícia
Civil do Distrito Federal (PCDF) provou, mais uma vez, a sua competência e o
seu profissionalismo, ao elucidar, um sequestro de um recém-nascido no Hospital
Regional de Taguatinga (HRT). O crime aconteceu, na madrugada dessa sexta-feira,
(29/11), e, já nas primeiras horas de hoje, criança estava, novamente, nos braços da sua
mãe. Toda essa agilidade da polícia brasiliense em elucidar o episódio, prova a
sua eficiência e a sua competência técnica em um caso de grande repercussão:
foram cerca de seis horas para resolver, o rapto da criança (FOTO). Segundo depoimento da família do bebê, uma
mulher vestindo jaleco abordou a mãe por volta das 03h e o levou para fazer um
exame de glicemia. No entanto, não o devolveu.
“Mais ou menos umas 03h da madrugada, uma mulher de jaleco
apareceu e disse que tinha que fazer um exame de glicemia. Mas minha irmã ficou
incomodada com a demora”, relatou Luana de Almeida Ribeiro, 22 anos, irmã de
Larissa de Almeida Ribeiro, 21 anos, mãe do bebê (FOTO), à imprensa. As buscas
dos policiais civis pela suspeita de ter sequestrado a criança começou ainda
durante a madrugada, em áreas adjacentes ao HRT. A suspeita foi presa depois de
simular que teria dado à luz em casa. Ela procurou a ajuda do Corpo de
Bombeiros, o que gerou desconfiança. Consequentemente, ela foi presa. Este é
mais um caso de grande repercussão deste ano em que a ação dos policiais civis
do DF foi rápida e fundamental para a elucidação. Assim como no feminicídio da
advogada Letícia Curado e do latrocínio do Padre Casemiro, o caso do sequestro
do bebê atesta a dedicação dos policiais civis em entregar resultados à
população do DF ainda que enfrentem um período de grande desvalorização.
O Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (SINPOL/DF)
afirmou, em nota, que vem, nos últimos quatro anos, denunciando, sobretudo, o
alto déficit no efetivo atualmente, mais de 50% e a defasagem salarial também
de mais de 50% de perdas inflacionárias, como aspectos que têm decorrido em
total desalento da categoria sem, no entanto, corroer o profissionalismo que a
torna referência em todo o Brasil. “Mesmo com esse cenário completamente
desfavorável, os policiais civis do DF tentam, diariamente, entregar cada vez
mais resultados à população para que se estabeleça uma melhor sensação de
segurança ou, pelo menos, para que fique claro que há, sim, punição para os
crimes cometidos na capital federal”, finaliza a nota do sindicato.

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