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quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

 

CRIME ORGANIZADO PROPRIETÁRIO  DO COISAS DA ROÇA SONEGOU MAIS DE 60 MILHÕES DE REAIS E ACABOU NO XILINDRÓ DE BRASÍLIA “PRA FICAR ESPERTO” 






FOTOS DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.pcdf.df.gov.br

          Um crime organizado de sonegação fiscal foi ver, o sol nascer quadrado, na manhã dessa quinta-feira, (05/12), no xilindró de Brasília, pra ficar esperto (FOTO). A família de marginais judicialmente determinou, o sequestro de cerca de R$ 68 milhões de reais, com o bloqueio de 52 veículos, 03 embarcações e 48 imóveis. Os ladrões incluíram também: 01 complexo hoteleiro em Porto Seguro/BA e o próprio local de funcionamento do Supermercado Coisas da Roça (FOTO). O estabelecimento comercial é alvo das investigações e está localizado na Ceilândia. A facção foi presa, quando a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou, Operação Mercado Oculto. O fato aconteceu, por meio da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Ordem Tributária (DOT/DECOR). Foram cumpridos, 11 mandados de busca e apreensão nas regiões:  Ceilândia, Vicente Pires, Taguatinga, todas no Distrito Federal, e também na cidade de Porto Seguro/BA.

      As investigações apontaram, que os marginais eram membros de uma mesma família e proprietária do Coisas da Roça. Os empresários e marginais integravam, um esquema criminoso organizado de sonegação fiscal. Como forma de reaver parte do prejuízo causado aos cofres públicos e descapitaliza-los.

      Apurou-se que, embora fossem os verdadeiros donos do estabelecimento comercial, colocavam como sócios “laranjas” e até mesmo falsas identidades. O intuito foi de ocultar, os verdadeiros responsáveis pelo comércio, como forma de se esquivarem das responsabilidades fiscais e criminais. Os meliantes queriam blindar, o patrimônio da família.

     Restou evidenciado, que o esquema funcionava da seguinte forma: o supermercado Coisas da Roça operava, sob determinado Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). O  sócio formal era interposta pessoa, e deixava de recolher os impostos devidos. Quando a dívida tributária somava, alguns milhões de reais.

      O estabelecimento passava, a ser fiscalizado, o CNPJ era fraudulentamente substituído por um outro Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica. O sócio era outra interposta pessoa, e então as condutas criminosas eram reiniciadas. Esse ciclo criminoso exemplificado perdura, ao menos, desde o ano de 2014, e a dívida acumulada pela empresa alcança, atualmente, o patamar de R$ 69,7 milhões.

    Há indícios da prática dos crimes de Sonegação Fiscal, Uso de Documento Falso, Falsidade Ideológica, Associação Criminosa e Lavagem de Dinheiro, delitos cujas penas somadas alcançam 29 anos de prisão. A Operação Mercado Oculto contou, com a participação de 50 policiais civis e apoio da Polícia Civil do Estado da Bahia. A Operação Mercado Oculto foi assim batizada, em razão de o estabelecimento comercial ser um supermercado e verdadeira propriedade é ocultada. por meio de fraudes.

Eu só tenho, uma pergunta a fazer, pra você meu caro e querido leitor:

_ “Desde quando, bandido assume, o que faz” ?

A verdade é que o Crime Organizado, em si é uma praga, que há mais de 40 anos infelizmente instalou-se, no seio da sociedade brasileira e difícil de ser destruído, mas não impossível. Basta, as autoridades, principalmente as do Congresso Nacional fazerem, leis mais duras, rigorosas e sem brechas, para passar, a mão na cabeça de criminoso nenhum e não poupar máfia nenhuma.

Passou da hora dos bandidos do Brasil, de uma branco, de terno e gravada sentirem, o “peso das mãos da Lei e da Justiça”. Isso, é, se é que existe Justiça forma geral, ou seja “marginais pés de chinelo ou do colarinho” de verdade no Brasil.

FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.pcdf.df.gov.br

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