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terça-feira, 27 de agosto de 2019


POLÍCIA DE BRASÍLIA PÕE ASSASSINO DE LETÍCIA NO XILINDRÓ


FOTOS DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.pcdf.df.gov.br
  A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) apresentou, para a imprensa, nessa terça-feira, (27/08), o cozinheiro Marinésio dos Santos Olinto, 41 anos (FOTO), preso na madrugada do último domingo, (25/08). Esse meliante é acusado de ter matado, a funcionária terceirizada do Ministério da Educação (MEC), Letícia Sousa Curado (FOTO). O crime aconteceu, na última na sexta-feira, (23/08), horas depois de a família de Letícia tentar contato com ela sem obter sucesso. O corpo de Letícia foi encontrado na tarde desta segunda, 26, depois que o principal suspeito do crime levou, a equipe de investigação da 31ª DP (Planaltina) ao local onde teria ocultado o corpo da vítima. Apesar de trágico, o desfecho do desaparecimento de  atesta, mais uma vez, o alto grau de comprometimento dos policiais civis do DF em solucionar crimes,  desde os mais simples aos mais intrigantes, ainda que em uma conjuntura desfavorável à categoria.
         
    Segundo os policiais da 31ª DP de Planaltina, “as investigação do caso, que repercutiu em todo o DF e gerou grande comoção nas redes sociais durante o fim de semana. O episódio mobilizou, muito mais policiais civis do que os que estão lotados na delegacia local: só no domingo, 50 deles, que participam de um grupo de WhatsApp, saíram à procura de Letícia, esse trabalho resultou na prisão do suspeito”. No entanto, o empenho dos servidores da Polícia Civil do DF começou, tão logo o conhecimento do crime. Dezenas de diligências, com a participação de outras delegacias, foram realizadas a partir daquele momento a fim de encontrá-la com vida. No domingo, boa parte dos policiais civis que saíram em busca da vítima estavam de folga, deixando o descanso com a família de lado para ajudar nas investigações.

    Aqueles 50 policiais saíram de Brazlândia, Ceilândia, Taguatinga, Águas Claras e do Plano Piloto para vasculhar a zona rural de Planaltina, incluindo localidades de mata. Até aquele momento, o suspeito ainda não havia confessado o crime e não ajudava na localização de Letícia. Até ser apresentado nesta manhã, o autor do crime relutava em confessá-lo, ainda que uma série de evidências apontassem o seu envolvimento (objetos que pertenciam a Letícia estavam no carro dele). Entretanto, na tarde desta segunda-feira, Marinésio revelou o assassinato e a ocultação do cadáver.
         
     Embora este caso tenha tido um final lamentavelmente triste, ele deixa claro, mais uma vez, que os policiais civis do DF não se furtam do dever à sociedade e se dedicam, incansavelmente, à tarefa de investigar os crimes depois que eles acontecem. Ainda que enfrentem uma situação de total desvalorização e desrespeito, esses servidores têm cumprido, com louvor, a parte que lhes cabe. Apesar da omissão dos governos em melhorar as condições de trabalho dos policiais civis, novamente eles demonstraram o compromisso que possuem com a sociedade da Capital Federal.

    Dezenas de diligências, com a participação de outras delegacias, foram realizadas a partir daquele momento a fim de encontrá-la com vida. No domingo, boa parte dos policiais civis que saíram em busca da vítima estavam de folga, deixando o descanso com a família de lado para ajudar nas investigações. Aqueles 50 policiais saíram de Brazlândia, Ceilândia, Taguatinga, Águas Claras e do Plano Piloto para vasculhar a zona rural de Planaltina, incluindo localidades de mata. Até aquele momento, o suspeito ainda não havia confessado o crime e não ajudava na localização de Letícia. A polícia explica que, “até ser apresentado nesta manhã, o autor do crime relutava em confessá-lo, ainda que uma série de evidências apontassem o seu envolvimento (objetos que pertenciam a Letícia estavam no carro dele). Entretanto, na tarde desta segunda-feira, Marinésio revelou o assassinato e a ocultação do cadáver”.

    Os policiais afirmaram que, “embora este caso tenha tido um final lamentavelmente triste, ele deixa claro, mais uma vez, que os policiais civis do DF não se furtam do dever à sociedade e se dedicam, incansavelmente, à tarefa de investigar os crimes depois que eles acontecem”. Eles deixaram claro que, “ainda que enfrentem uma situação de total desvalorização e desrespeito, esses servidores têm cumprido, com louvor, a parte que lhes cabe. Apesar da omissão dos governos em melhorar as condições de trabalho dos policiais civis, novamente eles demonstraram, o compromisso que possuem com a sociedade da Capital Federal”. Letícia Sousa Curado acabou de ser sepultada, no Cemitério de Planaltina.

             FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.pcdf.df.gov.br

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