POLÍCIA
DE BRASÍLIA PÕE ASSASSINO DE LETÍCIA NO XILINDRÓ
FOTOS
DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.pcdf.df.gov.br
A Polícia Civil do
Distrito Federal (PCDF) apresentou, para a imprensa, nessa terça-feira, (27/08),
o cozinheiro Marinésio dos Santos Olinto, 41 anos (FOTO), preso na madrugada do
último domingo, (25/08). Esse meliante é acusado de ter matado, a funcionária
terceirizada do Ministério da Educação (MEC), Letícia Sousa Curado (FOTO). O
crime aconteceu, na última na sexta-feira, (23/08), horas depois de a família
de Letícia tentar contato com ela sem obter sucesso. O corpo de Letícia foi
encontrado na tarde desta segunda, 26, depois que o principal suspeito do crime
levou, a equipe de investigação da 31ª DP (Planaltina) ao local onde teria
ocultado o corpo da vítima. Apesar de trágico, o desfecho do desaparecimento de
atesta, mais uma vez, o alto grau de
comprometimento dos policiais civis do DF em solucionar crimes, desde os mais simples aos mais intrigantes,
ainda que em uma conjuntura desfavorável à categoria.
Segundo os policiais da 31ª DP de
Planaltina, “as investigação do caso, que repercutiu em todo o DF e gerou
grande comoção nas redes sociais durante o fim de semana. O episódio mobilizou,
muito mais policiais civis do que os que estão lotados na delegacia local: só
no domingo, 50 deles, que participam de um grupo de WhatsApp, saíram à procura
de Letícia, esse trabalho resultou na prisão do suspeito”. No entanto, o
empenho dos servidores da Polícia Civil do DF começou, tão logo o conhecimento
do crime. Dezenas de diligências, com a participação de outras delegacias,
foram realizadas a partir daquele momento a fim de encontrá-la com vida. No
domingo, boa parte dos policiais civis que saíram em busca da vítima estavam de
folga, deixando o descanso com a família de lado para ajudar nas investigações.
Aqueles 50 policiais saíram de
Brazlândia, Ceilândia, Taguatinga, Águas Claras e do Plano Piloto para
vasculhar a zona rural de Planaltina, incluindo localidades de mata. Até aquele
momento, o suspeito ainda não havia confessado o crime e não ajudava na
localização de Letícia. Até ser apresentado nesta manhã, o autor do crime
relutava em confessá-lo, ainda que uma série de evidências apontassem o seu
envolvimento (objetos que pertenciam a Letícia estavam no carro dele).
Entretanto, na tarde desta segunda-feira, Marinésio revelou o assassinato e a
ocultação do cadáver.
Embora este caso tenha tido um final
lamentavelmente triste, ele deixa claro, mais uma vez, que os policiais civis
do DF não se furtam do dever à sociedade e se dedicam, incansavelmente, à
tarefa de investigar os crimes depois que eles acontecem. Ainda que enfrentem
uma situação de total desvalorização e desrespeito, esses servidores têm
cumprido, com louvor, a parte que lhes cabe. Apesar da omissão dos governos em
melhorar as condições de trabalho dos policiais civis, novamente eles
demonstraram o compromisso que possuem com a sociedade da Capital Federal.
Dezenas de diligências, com a
participação de outras delegacias, foram realizadas a partir daquele momento a
fim de encontrá-la com vida. No domingo, boa parte dos policiais civis que
saíram em busca da vítima estavam de folga, deixando o descanso com a família
de lado para ajudar nas investigações. Aqueles 50 policiais saíram de
Brazlândia, Ceilândia, Taguatinga, Águas Claras e do Plano Piloto para
vasculhar a zona rural de Planaltina, incluindo localidades de mata. Até aquele
momento, o suspeito ainda não havia confessado o crime e não ajudava na localização
de Letícia. A polícia explica que, “até ser apresentado nesta manhã, o autor do
crime relutava em confessá-lo, ainda que uma série de evidências apontassem o
seu envolvimento (objetos que pertenciam a Letícia estavam no carro dele).
Entretanto, na tarde desta segunda-feira, Marinésio revelou o assassinato e a
ocultação do cadáver”.
Os policiais afirmaram que, “embora
este caso tenha tido um final lamentavelmente triste, ele deixa claro, mais uma
vez, que os policiais civis do DF não se furtam do dever à sociedade e se
dedicam, incansavelmente, à tarefa de investigar os crimes depois que eles
acontecem”. Eles deixaram claro que, “ainda que enfrentem uma situação de total
desvalorização e desrespeito, esses servidores têm cumprido, com louvor, a
parte que lhes cabe. Apesar da omissão dos governos em melhorar as condições de
trabalho dos policiais civis, novamente eles demonstraram, o compromisso que
possuem com a sociedade da Capital Federal”. Letícia Sousa Curado acabou de ser
sepultada, no Cemitério de Planaltina.
FONTE
DAS INFORMAÇÕES: www.pcdf.df.gov.br


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