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terça-feira, 11 de agosto de 2020

 BANDIDA MEMBRA DO PCC É PRESA EM BRASÍLIA “PRA FICAR ESPERTA”




FOTOS  DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO          FEDERAL  (PCDF): www.pcdf.df.gov.br  



www.plantaodepoliciaheronnoticias.blogspot.com


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S.O.S BRASÍLIA www.sosbrasilia.com.br 

COM RICARDO NORONHA, UMA PARCERIA DE SUCESSO NA LUTA AO COMBATE AO CRIME".

   A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) (FOTO),  por meio da Divisão de Repressão a Facções Criminosas (DIFAC/CECOR), com o apoio do Núcleo de Controle e Fiscalização do Sistema Prisional do Ministério Público (NUPRI/MPDFT) deflagrou, na manhã dessa terça-feira, (11/08), a Operação Anastasys. Os policiais prenderam, uma mulher conhecida como Tókio (FOTO), que comandava, a liderança atividades criminosas do núcleo feminino do Primeiro Comando da Capital (PCC), aqui no Planalto Central. Ela atuava no recrutamento e seleção de mulheres, para integrar a organização, objetivando à formação de um grupo feminino, com força de planejamento e execução de crimes em benefício da organização. Uma integrante desta célula, conhecida como Tókio, já havia sido presa na última quinta-feira, (06/08), por policiais da Cecor, na BR-060, quando tentava fugir, para São Paulo em um ônibus.

    Segundo a PCDF, “a ação visou, o cumprimento de mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão, para desmantelar, dessa organização criminosa paulista”. Os policiais contaram, “o PCC atua dentro e fora dos presídios brasileiros. Até o momento foram presos, seis integrantes da facção e dois ainda estão foragidos”. Eles explicaram que, “as prisões e buscas ocorreram: em Samambaia, Riacho Fundo II/DF, Águas Lindas, Cidade Ocidental e Anápolis, localizadas em Goiás; e em Canto dos Buritis/PI. Para isso, nós contamos com o apoio das polícias civis dos estados de Goiás e Piauí”.

   Os agentes disseram que, “em meio às buscas nas residências dos faccionadas, foi apreendida grande quantidade de carteiras de identidade falsas e outros documentos. Eles eram utilizados, para a aplicação de estelionatos, além de porções de drogas, um telefone celular, produto de roubo e documentos diversos”. Eles explicaram que, “deacordo com a investigação, iniciada há mais de seis meses, a respectiva facção continua esforçando-se para entranhar no Distrito Federal. Agora, por meio da criação de duas células distintas de atuação, denominadas “Feminina” e “Masculina” lideradas, respectivamente, de forma independente. Elas eram comandadas, por uma mulher e um homem, cuja função de ambos é nominada pelo grupo como Geral do Estado”.

   A Polícia Civil do Distrito Federal explicou que, “na outra parte, o líder da Geral da Masculina é responsável, pelo planejamento das atividades do grupo e o controle dos integrantes do PCC, a maioria já identificada, por nós mesmo”. Os tiras afirmara, “observou-se, durante a investigação, o início de uma mudança de estratégia de atuação, visando romper as barreiras que, até então, impediam o enraizamento da facção no Distrito Federal. Principalmente, a célula masculina tentou implementar, algumas medidas, para tal desiderato, dentre elas a divisão do DF em territórios de atuação e domínio: leste, oeste, norte e sul”.  Os policiais afirmaram, “esses marginais queriam abranger, todas as regiões administrativas, comandadas, cada uma, por um integrante, denominado Disciplina”. Eles concluíram, “o papel de cada líder regional seria recrutar, os criminosos locais e convencê-los, a se filiar à facção. Para isso, eles deveriam passar, a obedecer ao rígido código de conduta do grupo criminoso”.

     Vislumbrou-se, ainda, nas investigações, uma outra nova prática relacionada ao estabelecimento do jogo do bicho em algumas regiões do DF para obter, os recursos financeiros, para o grupo. O ocupante do cargo de Geral do Jogo do Bicho que comandava, esta tarefa foi preso na Cidade Ocidental/GO. O resultado das investigações permitiu, o indiciamento de 38 membros do PCC, distribuídos em várias funções no DF e alguns radicados em outras unidades da federação como Piauí e Goiás. Nesses locais, também foram cumpridas ordens judiciais.

    Os marginais foram indiciados, pelo crime de organização criminosa e, se condenados, eles podem pegar, penas de 03 a 08 anos de prisão. Eu só tenho, uma pergunta a fazer, a você meu caro leitor:

      _ “Desde quando, bandido assume, o que faz” ?

      A verdade é que o Crime Organizado, em si é uma praga, que há mais de 40 anos infelizmente instalou-se, no seio da sociedade brasileira e difícil de ser destruído, mas não impossível. Basta, as autoridades, principalmente as do Congresso Nacional fazerem, leis mais duras, rigorosas e sem brechas, para passar, a mão na cabeça de criminoso nenhum e não poupar máfia nenhuma. Passou da hora dos bandidos do Brasil, de uma forma geral, ou seja “marginais pés de chinelo ou do colarinho branco, de terno e gravada sentirem, o “peso das mãos da Lei e da Justiça”. Isso, é, se é que existe Justiça de verdade no Brasil.

        FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.pcdf.df.gov.br

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