MÁFIA DOS CONCURSOS PRESA EM BRASÍLIA
“PRA
FICAR ESPERTA”
A Polícia
Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da Delegacia de Repressão ao Crime
Organizado vinculada, ao Departamento de Combate a Corrupção e ao Crime
Organizado (DRACO/DECOR) desencadeou, a oitava fase da Operação Panoptes
(FOTOS). A ação aconteceu, na manhã dessa quinta-feira, (24/03) e teve, o
objetivo de reprimir, as fraudes a concursos públicos no Distrito Federal. Cerca de 125 policiais, entre delegados,
agentes e escrivães participaram dessa oitava operação (FOTO). Ela contou com o
apoio das polícias civis de Goiás, Minas Gerais e Ceará. As buscas tiveram, a
finalidade de apreender materiais, para subsidiar, as investigações em curso.
Os envolvidos (FOTOS), caso sejam indiciados, eles poderão responder pelos
crimes: de fraude a certame de interesse público, organização criminosa,
falsificação de documento público e corrupção ativa.
Segundo a Polícia Civil do Distrito
Federal (PCDF), “as três primeiras fases da operação deflagradas, a partir de
2016 foram responsáveis, pela prisão de membros do grupo conhecido, como máfia
dos concursos”. Os agentes contaram, “entre eles havia, um funcionário de banca
examinadora. Envolvidos, já foram condenados, pelo Poder Judiciário, pelo crime
de integrar, a organização criminosa”. Eles disseram, “as fases seguintes
buscaram identificar e indiciar, os servidores que conseguiram ingressar, no
serviço público por meio das fraudes. Esse
fato foi objeto de investigação, até o momento, os concursos das Secretarias
de Saúde e Educação do DF e do Corpo de Bombeiros e do Superior Tribunal de
Justiça (STJ)”.
Já
foram indiciados, ao longo da Operação Panoptes quase 70 investigados, entre
membros do bando e servidores que compraram vagas. A oitava fase teve a finalidade
de apurar fraudes em concursos federais, por meio do cumprimento de 25 mandados
de busca e apreensão, em residência de servidores no DF. A operação também foi
realizada, em cidades de Goiás, Minas Gerais e Ceará.
Funcionários
do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), da Agência Nacional de
Transportes Aquaviários (ANTAQ), do Ministério Público da União (MPU),
Defensoria Pública da União (DPU) e Ministério das Cidades foram, alvos da
operação de hoje. Os servidores ingressaram, por meio de certames realizados
entre 2015 e 2017. Diante disso tudo que foi dito, eu só tenho, uma pergunta
básica, a fazer, para você meu caro leitor:
_
“Desde quando, bandido assume, o que faz” ?
A
verdade é que o Crime Organizado, em si é uma praga, que há mais de 40 anos
infelizmente instalou-se, no seio da sociedade brasileira e difícil de ser
destruído, mas não impossível. Basta, as autoridades, principalmente as do
Congresso Nacional fazerem, leis mais duras, rigorosas e sem brechas, para
passar, a mão na cabeça de criminoso nenhum e não poupar máfia nenhuma.
Passou da hora dos bandidos do Brasil, de uma
forma geral, ou seja “marginais pés de chinelo ou do colarinho branco, de terno
e gravada sentirem, o “peso das mãos da Lei e da Justiça”. Isso, é, se é que
existe Justiça de verdade no Brasil. Xilindró pesado e rigoroso, para essa
cambada, todo mundo em cana, pra ficarem esperto. O Crime Organizado em si é
uma praga, no seio da Sociedade brasileira e tem que ser liquidado, de uma vez
por todas.
FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.pcdf.df.gov.br
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