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terça-feira, 13 de dezembro de 2022

 

BARÃO COLOCOU CRIME ORGANIZADO LADRÃO DE CAMINHONETE NO XILINDRÓ DE BRASÍLIA “PRA FICAR ESPERTO”


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FOTO DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.pcdf.df.gov.br 


Um crime organizado especialista, em furtos e roubos de caminhonete foi preso (FOTO), nessa terça-feira, (13/12), em Brasília. A prisão desses marginais aconteceu, quando a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou, a Operação Barão. Esse objetivo foi cumprido, com os apoios do trabalho investigativo da equipe da Divisão de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos e a Coordenação de Repressão Aos Crimes Patrimoniais (CORPATRI). A prisão desses ladrões de caminhonete também foi auxiliada, Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos da Polícia Civil do Goiás (PCGO). Foram cumpridos, 15 mandatos mandados de prisão e 10 de busca e apreensão domiciliar nas regiões do ADE de Águas Claras, Areal, Arniqueiras, Ceilândia aqui em Brasília e Goiânia/GO.

De acordo com o delegado da DRFV/Corpatri, após 09 meses de investigação descobriu-se que, esse crime organizado agiu nas regiões do Areal e em na Águas Claras. Os ladrões eram responsáveis, por pelos menos oito roubos de caminhonetes no ano de 2022. Segundo as investigações, esses marginais criminosos escolhiam, preferencialmente, vítimas em estacionamentos de supermercados, cujos condutores fossem idosos, com veículos tipo TOYOTA/HILUX.

Apurou-se, ainda, que após o roubo, as caminhonetes eram ocultadas, em galpões na Administração de Águas Claras. No local eram trocadas as placas e os automóveis eram enviados, para compradores em Goiânia/GO. Até o momento, foram realizadas sete prisões no Distrito Federal e apreendidos dois veículos usados como apoio para os roubos praticados, munições e armas de fogo. No estado de Goiás, foram realizadas quatro prisões e apreendido um veículo. Os presos estão sendo conduzidos para a DRFV/PCDF e DRFV/PCGO.

A operação policial recebeu o nome de “BARÃO”, em referência ao apelido do principal comprador dos veículos. Os marginais poderão responder: pelos organização criminosa, roubo majorado, receptação e adulteração de sinais identificadores de veículos. O delegado da PCDF, Bruno Rios Ehndo foi responsável, pela operação, na sede na DRFV/Coprtari, no Departamento de Polícia Especializada.

O roubo é punido, pelo artigo 157 do Código Penal Brasileiro, que diz: “Subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência a pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência (roubar) é crime. A pena é de 04 a 10 anos de cadeia e multa”. Já o crime de Receptação é punido, pelo artigo 180 do Código Penal Brasileiro, que diz: “adquirir,  receber, transportar, conduzir ou ocultar, em proveito próprio ou alheio, coisa que sabe ser produto de crime, ou influir para que terceiro, de boa-fé, a adquira, receba ou oculte. Receptação é crime e a pena de reclusão é de 01 a  04 anos de prisão e multa”.

Eu só tenho, uma pergunta a fazer, a você meu caro leitor:

_ “Desde quando, bandido assume, o que faz” ?

A verdade é que o Crime Organizado, em si é uma praga, que há mais de 40 anos infelizmente instalou-se, no seio da sociedade brasileira e difícil de ser destruído, mas não impossível. Xilindró nesse crime organizado ladrão de caminhonete de Goiânia e de Brasília, pra ficar esperto.

 FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.pcdf.df.gov.br


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