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sexta-feira, 3 de julho de 2026

 


MINISTÉRIO PÚBLICO PROMOVEU CIDADANIA NO XILINDRÓ FEMININO DE BRASÍLIA



FOTOS DO SITE DO MINISTÉRIO PÚBLÍCO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS (MPDFT):

www.mpdft.mp.br/portal

                                  

   Nessa sexta-feira, (03/07), o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), promoveu, a cidadania no Presídio Feminino de Brasília, a “Colmeia”  (FOTOS). Essa iniciativa busca dignidade humana e cidadania. O fato aconteceu, por meio de aulas de movimento consciente, exercícios de respiração, alongamento e fortalecimento corporal (FOTOS). São acolhimento e esperança, que marcaram, os 06 encontros do projeto Movimento que Liberta. Esse Programa de Movimento, Reflexão e Fortalecimento Feminino no Sistema Prisional. Ele é realizado, na Penitenciária Feminina do Distrito Federal (PFDF), a “Colmeia”  (FOTOS).

A iniciativa foi desenvolvida em parceria, entre o Núcleo de Controle e Fiscalização do Sistema Prisional (NUPRI) do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O Studio MF, o Instituto Recomeçar e a PFDF. O objetivo é oferecer, às participantes uma experiência voltada ao fortalecimento físico, emocional e social.

Ao longo de seis semanas, um grupo de internas participou de aulas de movimento consciente, exercícios de respiração. O alongamento e fortalecimento corporal conduzidos, pela educadora física Márcia Flávia. Cada encontro também contou, com uma roda de conversa conduzida, por promotoras de justiça do MPDFT. Foram abordos temas como: dignidade humana, cidadania, proteção às mulheres e às crianças. Também estão incluídos: vínculos familiares, responsabilidade, pelas próprias escolhas e construção de novos projetos de vida.

O encerramento teve, a participação da juíza titular da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, Leila Cury. A meritíssima reforçou, a importância da responsabilização, da preservação da dignidade humana e da crença na capacidade de transformação e reconstrução de trajetórias. O projeto buscou criar, um espaço de escuta, respeito e fortalecimento da autoestima. É um incentivo, as participantes, a reconhecerem seu potencial de mudança e a construírem perspectivas positivas para o futuro.

As atividades foram recebidas de forma muito positiva pelas participantes. Ao final do projeto, diversas internas e relataram melhorias no bem-estar. É a maior confiança, em si mesmas fortalecimento, o emocional e a importância de terem vivenciado um momento de acolhimento e reflexão dentro do ambiente prisional.

Para a promotora de justiça do Nupri Vanessa Farias, o Movimento que Liberta demonstra, que iniciativas construídas. Elas acontecem, por meio da cooperação institucional e podem gerar impactos positivos. Eles atingem a  vida das pessoas privadas de liberdade e fortalecer, o propósito ressocializador previsto na Lei de Execução Penal. “Nós as sensibilizamos sobre a necessidade de admitir os erros praticados, cumprir a pena, mas que os erros do passado não necessariamente vão impedi-las de ter um futuro diferente”, comentou.

 

FONTE DAS INFORMAÇÕES:

www.mpdft.mp.br

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