MINISTÉRIO PÚBLICO PROMOVEU CIDADANIA NO XILINDRÓ FEMININO DE BRASÍLIA
FOTOS DO SITE DO MINISTÉRIO PÚBLÍCO DO DISTRITO FEDERAL E
TERRITÓRIOS (MPDFT):
www.mpdft.mp.br/portal
Nessa sexta-feira, (03/07), o Ministério Público
do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), promoveu, a cidadania no Presídio
Feminino de Brasília, a “Colmeia” (FOTOS). Essa iniciativa busca dignidade humana e cidadania. O fato
aconteceu, por meio de aulas de movimento consciente, exercícios de respiração,
alongamento e fortalecimento corporal (FOTOS). São acolhimento
e esperança, que marcaram, os 06 encontros do projeto Movimento que Liberta. Esse
Programa de Movimento, Reflexão e Fortalecimento Feminino no Sistema Prisional.
Ele é realizado, na Penitenciária Feminina do Distrito Federal (PFDF), a “Colmeia”
(FOTOS).
A iniciativa foi desenvolvida em parceria, entre o Núcleo de
Controle e Fiscalização do Sistema Prisional (NUPRI) do Ministério Público do
Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O Studio MF, o Instituto Recomeçar e a
PFDF. O objetivo é oferecer, às participantes uma experiência voltada ao
fortalecimento físico, emocional e social.
Ao longo de seis semanas, um grupo de internas participou de aulas
de movimento consciente, exercícios de respiração. O alongamento e
fortalecimento corporal conduzidos, pela educadora física Márcia Flávia. Cada
encontro também contou, com uma roda de conversa conduzida, por promotoras de
justiça do MPDFT. Foram abordos temas como: dignidade humana, cidadania,
proteção às mulheres e às crianças. Também estão incluídos: vínculos
familiares, responsabilidade, pelas próprias escolhas e construção de novos
projetos de vida.
O encerramento teve, a participação da juíza titular da Vara de
Execuções Penais do Distrito Federal, Leila Cury. A meritíssima reforçou, a
importância da responsabilização, da preservação da dignidade humana e da
crença na capacidade de transformação e reconstrução de trajetórias. O projeto
buscou criar, um espaço de escuta, respeito e fortalecimento da autoestima. É
um incentivo, as participantes, a reconhecerem seu potencial de mudança e a
construírem perspectivas positivas para o futuro.
As atividades foram recebidas de forma muito positiva pelas
participantes. Ao final do projeto, diversas internas e relataram melhorias no
bem-estar. É a maior confiança, em si mesmas fortalecimento, o emocional e a
importância de terem vivenciado um momento de acolhimento e reflexão dentro do
ambiente prisional.
Para a promotora de justiça do Nupri Vanessa Farias, o Movimento
que Liberta demonstra, que iniciativas construídas. Elas acontecem, por meio da
cooperação institucional e podem gerar impactos positivos. Eles atingem a vida das pessoas privadas de liberdade e
fortalecer, o propósito ressocializador previsto na Lei de Execução Penal. “Nós
as sensibilizamos sobre a necessidade de admitir os erros praticados, cumprir a
pena, mas que os erros do passado não necessariamente vão impedi-las de ter um
futuro diferente”, comentou.
FONTE DAS INFORMAÇÕES:
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