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quinta-feira, 2 de julho de 2026

 POLÍCIA CIVIL DETONA CRIME ORGANIZADO PERNABUCANO DA FALSA NAMORADA EM BRASÍLIA “PRA FICAR ESPERTO”



FOTOS DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.pcdf.df.gov.br 

   A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) auxiliada, pela 29ª DP do Riacho Fundo I deflagrou, na manhã, dessa quinta-feira, (02/07), a Operação Tróia (FOTOS). O fato está voltado no combate ao crime organizado sediado no Pernambuco. A facção é especializada, no golpe da “Falsa Namorada”, ela está aplicando e infernizando Brasília. Os estelionatários vinham agindo e até então impunimente, pela internet (FOTOS). Os estelionatos estavam acontecendo, aqui no Planalto Central, por meio da internet e de aplicativos de comunicação. As medidas judiciais foram cumpridas nas cidades de Olinda/PE, Tracunhaém/PE, Paulista/PE e no Presídio de Igarassu/PE. Foram apreendidos, vários dispositivos informáticos, como celulares, computadores e outras mídias digitais. Os materiais  serão, submetidos à perícia técnica pela Seção de Perícia de Informática (SPI) do Instituto de Criminalística da PCDF (IC/PCDF). O objetivo foi de aprofundar, as investigações identificar, outras vítimas e individualizar, a participação de cada integrante.

As investigações tiveram início, após um morador do Riacho Fundo procurar, a Polícia Civil. O homem relatou ter sido, uma vítima do denominado “Golpe do Falso Integrante de Facção Criminosa”. Após conhecer, uma suposta mulher, em um aplicativo de relacionamentos e trocar mensagens. A vítima passou a receber ameaças de indivíduos, que se apresentavam, como integrantes de uma facção criminosa. Os marginais afirmavam, que a mulher seria casada com um membro dessa máfia e exigiam pagamentos. O dinheiro era para que o cidadão, não sofresse represálias. Amedrontada com as ameaças, a vítima realizou transferências bancárias e sofreu prejuízos financeiros.

As apurações permitiram identificar, os integrantes da organização, que possuía clara divisão de tarefas: uma camada criava perfis falsos de mulheres, em aplicativos de relacionamento e redes sociais. Esses tais perfis falsos atraíram e captavam, as  vítimas. Já os outros comparsas assumiam, as conversas, passando-se por membros de facções criminosas e realizando as graves ameaças.

Essa célula atuava de dentro do sistema prisional e seus integrantes, já cumpriam pena por outros crimes. Por esse motivo foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas celas, por eles utilizadas no Presídio de Igarassu/PE. A investigação também identificou, o braço financeiro do esquema e que é composto, por outras três pessoas. Os bandidões são responsáveis, por receber, os valores obtidos, com os golpes em contas bancárias de terceiros.

Após o recebimento, os recursos eram rapidamente pulverizados, entre diversas contas laranjas e em típico esquema de lavagem de dinheiro. Isso, até o saque final e a reinserção no mercado formal com aparência de origem lícita. Em relação a esses investigados, também foram cumpridos mandados de busca e apreensão domiciliar.

A operação contou, com o importante apoio operacional da Polícia Civil do Estado de Pernambuco (PCPE). Ele foi fundamental, para o cumprimento das medidas judiciais e para o êxito da ação policial.

O artigo 171 do Código Penal Brasileiro diz: “obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento: Estelionato é crime, a pena de reclusão é de 01 a 05 anos de cadeia e multa”.

Eu só tenho, uma pergunta a fazer, pra você meu caro e querido leitor:

_ “Desde quando, bandido assume, o que faz” ?

A verdade é que o Crime Organizado, em si é uma praga, que há mais de 40 anos infelizmente instalou-se, no seio da sociedade brasileira e difícil de ser destruído, mas não impossível. Basta, as autoridades, principalmente as do Congresso Nacional fazerem, leis mais duras, rigorosas e sem brechas, para passar, a mão na cabeça de criminoso nenhum e não poupar máfia nenhuma.

Passou da hora dos bandidos do Brasil, de uma forma geral, ou seja “marginais pés de chinelo ou do colarinho branco, de terno e gravada sentirem, o peso das mãos da Lei e da Justiça”. Isso, é, se é que existe Justiça de verdade no Brasil.

 

FONTE DAS INFORMAÇÕES:

www.pcdf.df.gov.br

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