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quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

 

POLÍCIA CIVIL DETONOU ESQUEMA DE LAVAGEM DE DINHEIRO DO PCC EM BRSÍLIA



FOTOS DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.pcdf.df.gov.br

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da 18ª DP de Brazlândia detonou, na manhã dessa quarta-feira, (17/12), um esquema de Lavagem de Dinheiro, aqui em Brasília (FOTOS). O crime foi praticado, pela facção, Primeiro Comando da Capital (PCC). Essa 3ª terceira fase da Operação Sem Reservas e prendeu mais 06 pessoas. Esses membros do PCC clonavam, sites e perfis de redes sociais de pousadas de Pirenópolis/GO. Os mandados de prisão temporária e busca domiciliar foram cumpridos nas cidades de Goiânia/GO, Belém do Pará/PA e Taboão da Serra/SP. A 3ª terceira fase da Operação Sem Reservas contou, com o apoio das respectivas polícias civis.

A operação “tripeiros” prendeu, os meliantes do Primeiro Comando da Capital (PCC), que alugam as contas de terceiros. Os marginais utilizavam  e realizam, a lavagem do dinheiro dos golpes em casas de câmbio do Paraguai. De acordo com a investigação, o grupo foi responsável pela lavagem de R$ 13 milhões nos últimos dois anos. Esse montante é resultado de estelionatos virtuais praticados em todo o Brasil, com faturamento diário de R$ 20 mil. Isso evidencia, a sofisticação e o alcance da organização criminosa.

Segundo o apurado, 50% dos valores ficam com os golpistas que administram os sites e perfis clonados, 30% com os “tripeiros” e 20% com as pessoas que cedem as contas (“laras” ou “laranjas”). Além dos mandados de prisão e busca domiciliar, o Juízo de Garantias do TJDFT determinou o bloqueio e a liquidação de criptoativos identificados em contas vinculadas aos investigados.

A investigação apontou, a presença do Primeiro Comando da Capital (PCC) nesse esquema e com divisão de tarefas. A máfia está voltada, para a prática de crimes de estelionato e lavagem de dinheiro. O modo de atuação envolve, a clonagem de sites e perfis de vendas e anúncios legítimos na internet. O PCC induzia, as vítimas a realizarem pagamentos, por bens ou serviços inexistentes. Os valores obtidos ilicitamente são, então, direcionados para contas de terceiros e, em seguida, submetidos a complexos processos de lavagem de capitais, notadamente por meio da conversão e movimentação em criptoativos.

Na primeira fase da operação deflagrada, em novembro de 2024, a PCDF e com o apoio da PCGO. Houve a prisão, de três pessoas responsáveis, pela administração dos sites e perfis clonados. Em março de 2025, na segunda fase da operação, a PCDF, com o apoio da PCGO, prendeu oito pessoas envolvidas na criação dos sites e perfis clonados. Com a operação de hoje e prisão dos “tripeiros”, já são 17 pessoas presas pela PCDF. Elas têm envolvimento nos golpes das falsas pousadas de Pirenópolis. Durante as investigações foram identificadas, 83 vítimas desses golpes no Distrito Federal.

Eu só tenho, uma pergunta a fazer, pra você meu caro e querido leitor:

_ “Desde quando, bandido assume, o que faz” ?

A verdade é que o Crime Organizado, em si é uma praga, que há mais de 40 anos infelizmente instalou-se, no seio da sociedade brasileira e difícil de ser destruído, mas não impossível. Basta, as autoridades, principalmente as do Congresso Nacional fazerem, leis mais duras, rigorosas e sem brechas, para passar, a mão na cabeça de criminoso nenhum e não poupar máfia nenhuma.

Passou da hora dos bandidos do Brasil, de uma branco, de terno e gravada sentirem, o “peso das mãos da Lei e da Justiça”. Isso, é, se é que existe Justiça forma geral, ou seja “marginais pés de chinelo ou do colarinho” de verdade no Brasil.

FONTE DAS INFORMAÇÕES:

www.pcdf.df.gov.br

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