POLÍCIA CIVIL DETONOU ESQUEMA DE
LAVAGEM DE DINHEIRO DO PCC EM BRSÍLIA
FOTOS DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.pcdf.df.gov.br
A Polícia
Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da 18ª DP de Brazlândia detonou, na
manhã dessa quarta-feira, (17/12), um esquema
de Lavagem de Dinheiro, aqui em Brasília (FOTOS). O crime foi
praticado, pela facção, Primeiro Comando da Capital (PCC). Essa 3ª terceira
fase da Operação Sem Reservas e prendeu mais 06 pessoas. Esses membros do PCC clonavam,
sites e perfis de redes sociais de pousadas de Pirenópolis/GO. Os mandados de
prisão temporária e busca domiciliar foram cumpridos nas cidades de Goiânia/GO,
Belém do Pará/PA e Taboão da Serra/SP. A 3ª terceira fase da Operação Sem
Reservas contou, com o apoio das respectivas polícias civis.
A operação “tripeiros” prendeu, os meliantes do Primeiro Comando da
Capital (PCC), que alugam as contas de terceiros. Os marginais utilizavam e realizam, a lavagem do dinheiro dos golpes
em casas de câmbio do Paraguai. De acordo com a investigação, o grupo foi
responsável pela lavagem de R$ 13 milhões nos últimos dois anos. Esse montante
é resultado de estelionatos virtuais praticados em todo o Brasil, com
faturamento diário de R$ 20 mil. Isso evidencia, a sofisticação e o alcance da
organização criminosa.
Segundo o apurado, 50% dos valores ficam com os golpistas que
administram os sites e perfis clonados, 30% com os “tripeiros” e 20% com as
pessoas que cedem as contas (“laras” ou “laranjas”). Além dos mandados de
prisão e busca domiciliar, o Juízo de Garantias do TJDFT determinou o bloqueio
e a liquidação de criptoativos identificados em contas vinculadas aos
investigados.
A investigação apontou, a presença do Primeiro Comando da Capital
(PCC) nesse esquema e com divisão de tarefas. A máfia está voltada, para a
prática de crimes de estelionato e lavagem de dinheiro. O modo de atuação
envolve, a clonagem de sites e perfis de vendas e anúncios legítimos na
internet. O PCC induzia, as vítimas a realizarem pagamentos, por bens ou
serviços inexistentes. Os valores obtidos ilicitamente são, então, direcionados
para contas de terceiros e, em seguida, submetidos a complexos processos de
lavagem de capitais, notadamente por meio da conversão e movimentação em
criptoativos.
Na primeira fase da operação deflagrada, em novembro de 2024, a PCDF
e com o apoio da PCGO. Houve a prisão, de três pessoas responsáveis, pela
administração dos sites e perfis clonados. Em março de 2025, na segunda fase da
operação, a PCDF, com o apoio da PCGO, prendeu oito pessoas envolvidas na
criação dos sites e perfis clonados. Com a operação de hoje e prisão dos “tripeiros”,
já são 17 pessoas presas pela PCDF. Elas têm envolvimento nos golpes das falsas
pousadas de Pirenópolis. Durante as investigações foram identificadas, 83
vítimas desses golpes no Distrito Federal.
Eu só tenho, uma pergunta a fazer, pra você meu caro e querido
leitor:
_ “Desde quando, bandido assume, o que faz” ?
A verdade é que o Crime Organizado, em si é uma praga, que há mais
de 40 anos infelizmente instalou-se, no seio da sociedade brasileira e difícil
de ser destruído, mas não impossível. Basta, as autoridades, principalmente as
do Congresso Nacional fazerem, leis mais duras, rigorosas e sem brechas, para
passar, a mão na cabeça de criminoso nenhum e não poupar máfia nenhuma.
Passou da hora dos bandidos do Brasil, de uma branco, de terno e
gravada sentirem, o “peso das mãos da Lei e da Justiça”. Isso, é, se é que
existe Justiça forma geral, ou seja “marginais pés de chinelo ou do colarinho”
de verdade no Brasil.
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