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sexta-feira, 12 de setembro de 2025

BOLSONARO E COMPARSAS FORAM CONDENADOS POR TENTATIVA DE GOLPE DE ESTADO EM BRASÍLIA



FOTOS DO SITE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF):

https://noticias.stf.jus.br/postsnoticias/stf-fixa-penas-de-16-a-27-anos-para-condenados-por-tentativa-de-golpe-de-estado/

          

O ex-presidente da República e capitão do Exército brasileiro, Jair Messias Bolsonaro e os seus comparsas foram condenados, na noite dessa última quinta-feira, (11/09), aqui em Brasília, pra ficarem espertos (FOTOS). O fato aconteceu, pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) e através do julgamento da Ação Penal (AP) 2668. As penas para os 08 réus condenados, pela tentativa de golpe conforme. a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR). O crime organizado é composto, pelo tenente-coronel e ex-ajudante  de ordens de Jair Bolsonaro, Mauro Cid (réu-colaborador). Veja as penas de cada um dos réus: Mauro Cid: Pena de 02 anos, além da restituição dos valores e extensão dos benefícios a familiares. Jair Bolsonaro: Pena de 27 anos e 03 meses de prisão, além de 104 dias multa, sendo dois salário-mínimo por dia. Walter Braga Netto: Pena de 26 anos, além 100 dias multa, sendo 01 salário-mínimo por dia. Anderson Torres: Pena de 24 anos e 100 dias multa sendo, 01 salário-mínimo por dia. Almir Garnier: Pena de 24 anos e 100 dias multa sendo, um salário-mínimo por dia. Augusto Heleno: Pena de 21 anos e 84 dias multa sendo, 01  salário-mínimo por dia. Paulo Sérgio Nogueira: Pena de 19 anos e 84 dias multa sendo,01  salário-mínimo por dia. Alexandre Ramagem: Pena de 16 anos e 50 dias multa sendo, 01  salário-mínimo por dia.

Os votos dos ministros Moraes e Dino narraram, os fatos relatados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e apontaram, que as falas contra o Judiciários. Além de defesas autoritárias inflaram apoiadores, a ataques os Três Poderes, em 08 de janeiro de 2023. Cármen Lúcia corroborou, com os argumentos e entendeu haver provas robustas da participação de Bolsonaro no esquema.

O único a votar de forma divergente, Fux entendeu não haver provas robustas para a condenação de Bolsonaro e apontou, diversas inconsistências ao relatório da Procuradoria Geral da República (PGR). Ele defendeu, o ex-presidente em diversos tópicos e destacando que a acusação falhou, em individualizar condutas. Ela estabeleceu, o nexo causal entre discursos do ex-presidente e os ataques de 08 de janeiro de 2023. Para ele, não é razoável imputar, a Bolsonaro crimes praticados, por terceiros meses depois das falas com teor golpista.

O ministro também rejeitou, a tese de que Bolsonaro poderia ser enquadrado, no crime de golpe de Estado, sustentando que a figura do “autogolpe” não está prevista em lei e que criminalizar, por analogia violaria, o princípio da legalidade.

Almir Garnier, um almirante e ex-comandante da Marinha. Ele recebeu,  24 anos de pena privativa de liberdade em regime inicial fechado e 100 dias-multa (cada dia-multa no valor de um salário mínimo à época dos fatos).  Augusto Heleno, general da reserva e ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). O militar foi  condenado, a  21 anos de pena privativa de liberdade em regime inicial fechado e 84 dias-multa (cada dia-multa no valor de um salário mínimo à época dos fatos).

Paulo Sérgio Nogueira, general da reserva e ex-ministro da Defesa. A sua punição foi de  19 anos de pena privativa de liberdade em regime inicial fechado e 84 dias-multa (cada dia-multa no valor de um salário mínimo à época dos fatos). Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN). Ele foi condenado, a16 anos, um mês e 15 dias de pena privativa de liberdade em regime inicial fechado e 50 dias-multa (cada dia-multa no valor de um salário mínimo à época dos fatos).

A pena de Mauro Cid foi fixada, por unanimidade. As demais foram determinadas por maioria de quatro votos. O ministro Luiz Fux propôs uma pena menor para Braga Netto e deixou de votar na dosimetria quanto aos demais, pois havia votado pela absolvição. 

OS CRIMES DOS CONDENADOS  

Veja as penas de cada um dos réus: Mauro Cid: Pena de 02 anos de cadeia além da restituição dos valores e extensão dos benefícios a familiares. Jair Bolsonaro: Pena de 27 anos e 03 meses de prisão, além de 104 dias multa, sendo dois salário-mínimo por dia. Walter Braga Netto: Pena de 26 anos, além 100 dias multa sendo, um salário-mínimo por dia. Anderson Torres: Pena de 24 anos e 100 dias multa, sendo um salário-mínimo por dia.

Almir Garnier: Pena de 24 anos e 100 dias multa, sendo um salário-mínimo por dia. Augusto Heleno: Pena de 21 anos e 84 dias multa sendo um salário-mínimo, por dia. Paulo Sérgio Nogueira: Pena de 19 anos e 84 dias multa sendo, um salário-mínimo por dia. Alexandre Ramagem: Pena de 16 anos e 50 dias multa sendo, um salário-mínimo por dia.

OS VOTOS DOS MINISTROS

Os votos dos ministros Moraes e Dino narraram, os fatos relatados pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Eles apontaram, que as falas contra o Judiciários inflaram, as defesas autoritárias e inflaram, os apoiadores a ataques aos Três Poderes, em 08 de janeiro de 2023. Cármen Lúcia corroborou, com os argumentos e entendeu haver provas robustas da participação de Bolsonaro no esquema.

Único a votar de forma divergente, Fux entendeu não haver provas robustas, para a condenação de Bolsonaro e apontou, diversas inconsistências ao relatório da PGR. Ele defendeu o ex-presidente, em diversos tópicos destacando que a acusação falhou em individualizar condutas e em estabelecer nexo causal entre discursos do ex-presidente e os ataques de 8 de janeiro de 2023. Para ele, não é razoável imputar a Bolsonaro crimes praticados por terceiros meses depois das falas com teor golpista.

O ministro também rejeitou, a tese de que Bolsonaro poderia ser enquadrado no crime de golpe de Estado. Sustentando que a figura do “autogolpe”, não está prevista em lei e que criminalizar, por analogia violaria o princípio da legalidade.

A DENÚNCIA CONTRA BOLSONARO

Para a Procuradoria-Geral da República (PGR), Bolsonaro foi o líder da organização criminosa e participou ativamente na elaboração da minuta do golpe para evitar a posse de Lula. A denúncia, oferecida em fevereiro deste ano, narra a trajetória golpista desde o período pré-eleitoral, com a disseminação de notícias falsas, até os ataques de 8 de janeiro contra os Três Poderes.

 

Uma das provas pontuadas pelo procurador-Geral da República, Paulo Gonet, é o compartilhamento de notícias falsas nas redes sociais e declarações do ex-presidente contra o sistema eleitoral brasileiro. Para ele, Bolsonaro tentou descredibilizar a confiabilidade das urnas eletrônicas e o processo eleitoral para legitimar uma ruptura golpista.

A denúncia aponta a gravação de uma reunião ministerial, realizada no dia 5 de julho de 2022, em que Bolsonaro cobra de seus ministros a utilização da estrutura do Estado para reforçar a desconfiança sobre o processo eleitoral. A acusação reforça o uso da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que realizou blitzes no dia do segundo turno das eleições de 2022 em áreas em que Lula obteve maioria dos votos para impedir que os eleitores pudessem votar.

Bolsonaro ainda é acusado de editar e aprovar uma minuta golpista, que previa a declaração de Estado de Defesa no país, a revogação das eleições de 2022, além da prisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF. O documento também previa a formação de uma comissão provisória liderada por militares para investigar as supostas fraudes eleitorais e convocar novas eleições.

O ex-presidente, de acordo com a PGR, apresentou o documento para os comandantes das Forças Armadas e chegou a pressioná-los para aderir ao plano golpista. O então líder da Marinha, o almirante Almir Garnier, deu aval à ideia, mas os comandantes do Exército Marco Antônio Freire Gomes e da Aeronáutica, o tenente-brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Junior, se negaram a aderir à proposta. A tese foi corroborada por Freire Gomes e Baptista Junior em depoimentos à Polícia Federal.

Gonet ainda reforça, que o ex-presidente da República tinha ciência e deu o aval para a execução do plano “Punhal Verde e Amarelo”. A tramoia previa, o assassinato de autoridades, como Moraes, Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin. O documento foi elaborado pelo general Mário Fernandes, ex-número 02 da Secretaria-Geral da Presidência, e impresso nas dependências do Palácio do Planalto.

“O plano foi arquitetado e levado ao conhecimento do Presidente da República, que a ele anuiu, ao tempo em que era divulgado relatório em que o Ministério da Defesa se via na contingência de reconhecer a inexistência de detecção de fraude nas eleições”, afirmou a PGR na denúncia. A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro nega, todos os crimes atribuídos à ele.

Eu só tenho, uma pergunta a fazer, pra você meu caro e querido leitor:

_ “Desde quando, bandido assume, o que faz” ?

A verdade é que o Crime Organizado, em si é uma praga, que há mais de 40 anos infelizmente instalou-se, no seio da sociedade brasileira e difícil de ser destruído, mas não impossível. Basta, as autoridades, principalmente as do Congresso Nacional fazerem, leis mais duras, rigorosas e sem brechas, para passar, a mão na cabeça de criminoso nenhum e não poupar máfia nenhuma.

Passou da hora dos bandidos do Brasil, de uma branco, de terno e gravada sentirem, o “peso das mãos da Lei e da Justiça”. Isso, é, se é que existe Justiça forma geral, ou seja “marginais pés de chinelo ou do colarinho” de verdade no Brasil.

     FONTE DAS INFORMAÇÕES:

noticias.stf.jus./postsnoticias/s


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