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segunda-feira, 22 de setembro de 2025

 

MINISTÉRIO PÚBLICO DENUNCIOU 50 MAFIOSOS POR TRÁFICO DE DROGAS E LAVAGEM DE DINHEIRO EM BRASÍLIA




FOTOS DO SITE DO MINISTÉRIO PÚBLÍCO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS (MPDFT):

www.mpdft.mp.br/portal/

O Ministério do Distrito Federal e Territórios (MPDF) denunciou, nessa segunda-feira, (22/09), 50 mafiosos, por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, aqui em Brasília (FOTOS). Esse fato resultou, na Operação Irmãos deflagrada, por uma  investigação conjunta da 3ª Promotoria de Entorpecentes, da Coordenação de Repressão às Drogas (CORD). Houve também, o apoio da Polícia Civil de Goiás e de Rondônia. O crime organizado também fazia, o caldeirão do diabo ferver, em outros Estados do Brasil e impunimente. No período da investigação foram apreendidos, mais de R$ 04 milhões em drogas.

As investigações apontaram, que traficantes de Samambaia adquiriam, grandes quantidades de drogas de fornecedores de Rondônia. As substâncias eram enviadas, para Goiânia. Essa deslocação acontecia, por transportadoras, veículos particulares e passageiros de ônibus. As drogas estavam sendo armazenadas temporariamente em residências. Em seguida, integrantes do grupo no DF viajavam de carro até a capital goiana para buscar a droga e revendê-la no Distrito Federal.

Na capital federal, o material era distribuído, para traficantes que atuavam no varejo. “O detalhamento dessa logística foi exposto e demonstrado nos quase dois anos de investigação e, principalmente, nas seis prisões em flagrante realizadas durante esse período”, afirma a Promotoria de Entorpecentes.

Segundo a Promotoria de Entorpecentes, os criminosos mantinham, uma rede articulada. “eles tinham um grupo bem coeso. Por exemplo, tinha um que se fazia de policial em grupos de WhatsApp para verificar eventuais ações policiais com antecedência. Outro, fazia a montagem das drogas nos veículos para o envio de entorpecentes para o DF. Usavam distribuidoras de bebidas para a venda de drogas”.

As apurações conduzidas, pela Cord da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Os canas quentes utilizaram informações de inteligência e denúncias anônimas. As queixas eram ratificadas, por vigílias policiais, registros audiovisuais, interceptações telefônicas, telemáticas e de dados. Houve também, uma interceptação ambiental e informações bancárias. Elas partiram do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), com dados cadastrais e diligências em campo.

Representantes do MP destacaram o trabalho conjunto. “Foi mais um trabalho realizado, com muita gente envolvida e que gerou resultado eficiente. Com o desmantelamento completo de grandes grupos criminosos, atuamos continuamente para que eles não voltem a operar. Como consequência, quebramos o tráfico de drogas da região”, afirmaram. 

O caso faz parte da investigação com junta da 3ª Promotoria de Entorpecentes, da Coordenação de Repressão às Drogas (CORD). Houve também, o apoio da Polícia Civil de Goiás e de Rondônia e resultou, na Operação Irmãos deflagrada hoje.

As investigações apontaram, que traficantes de Samambaia adquiriam grandes quantidades de drogas de fornecedores de Rondônia. As substâncias eram enviadas, para Goiânia por transportadoras, veículos particulares e passageiros de ônibus. Essas drogas eram armazenadas temporariamente em residências.

Em seguida, os mafiosos no DF viajavam de carro até a capital goiana para buscar a droga e revendê-la no Distrito Federal. Na capital federal, o material era distribuído, para traficantes que atuavam no varejo. “O detalhamento dessa logística foi exposto e demonstrado nos quase dois anos de investigação e, principalmente, nas seis prisões em flagrante realizadas durante esse período”, afirma a Promotoria de Entorpecentes. No período da investigação, foram apreendidos, mais de R$ 04 milhões em drogas.

Segundo a Promotoria de Entorpecentes, os criminosos mantinham uma rede articulada: “eles tinham um grupo bem coeso. Por exemplo, tinha um que se fazia de policial em grupos de WhatsApp para verificar eventuais ações policiais com antecedência. Outro, fazia a montagem das drogas nos veículos para o envio de entorpecentes para o DF. Usavam distribuidoras de bebidas para a venda de drogas”.

As apurações conduzidas pela Cord, da Polícia Civil do DF utilizaram informações de inteligência e denúncias anônimas. As queixas foram ratificadas por vigílias policiais, registros audiovisuais. São interceptações telefônicas, telemáticas e de dados. Tinha a interceptação ambiental, informações bancárias do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), dados cadastrais e diligências em campo.

Representantes do Ministério Público (MP) destacaram, o trabalho conjunto. “Foi mais um trabalho realizado com muita gente envolvida e que gerou resultado eficiente. Com o desmantelamento completo de grandes grupos criminosos, atuamos continuamente para que eles não voltem a operar. Como consequência, quebramos o tráfico de drogas da região”, afirmaram. 

    O artigo 33 da Lei 11.343/2007, “nada tem de benéfico, pois aumentou, a pena do tráfico de drogas, que era de 03 a 15 anos, para de 05 a 15 anos e impôs uma multa mais pesada 500 a 1.500 R$ dias-multa, o que tem gerado grande discussão doutrinária e jurisprudencial acerca de sua incidência”.

Traficante é bandido, pilantra e safado. Ele é o câncer da sociedade, o viciado nada mais é do que um escravo da “Indústria do Tráfico de Drogas”, que dá a sua vida para enriquecer o maldito traficante. Essa empresária do submundo do crime tem que ser presa, como foi, julgada, condenada, a pena máxima e apodrecer no xilindró da Colméia, pra ficar esperta. Quem deve a Deus e ao traficante paga, o diabo, com juro, correção monetária e sem troco.

Eu só tenho, uma pergunta a fazer, pra você meu caro e querido leitor:

_ “Desde quando, bandido assume, o que faz” ?

A verdade é que o Crime Organizado, em si é uma praga, que há mais de 40 anos infelizmente instalou-se, no seio da sociedade brasileira e difícil de ser destruído, mas não impossível. Basta, as autoridades, principalmente as do Congresso Nacional fazerem, leis mais duras, rigorosas e sem brechas, para passar, a mão na cabeça de criminoso nenhum e não poupar máfia nenhuma.

Passou da hora dos bandidos do Brasil, de uma branco, de terno e gravada sentirem, o “peso das mãos da Lei e da Justiça”. Isso, é, se é que existe Justiça forma geral, ou seja “marginais pés de chinelo ou do colarinho” de verdade no Brasil.

FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.mpdft.mp.br

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