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quarta-feira, 19 de novembro de 2025

 

POLÍCIA CIVIL COMBATEU EMPRESA FANTASMA QUE SONEGOU MAIS DE R$ 15 MILHÕES DE EMPOSTOS EM BRASÍLIA 


FOTOS DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.pcdf.df.gov.br

  A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) combateu, no início da manhã, dessa quarta-feira, (19/11), empresas que sonegaram, mais de  R$ 15 milhões de impostos (FOTOS). O fato aconteceu, aqui em Brasília pela Operação Bethlehem. Ela foi deflagrada, por meio da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Ordem (DOT/DECOR). O objetivo foi reprimir, uma associação criminosa composta por empresários do ramo de padarias e farmácias. A facção criou, uma “empresa fantasma” e registrada, em nome de “laranjas”. O objetivo foi cometer, um fraude fiscal. Os “laranjas” utilizados, para o registro da empresa fantasma foram, um sobrinho e um empregado do contador dos empresários investigados. Foram cumpridos 10 Mandados de Busca e Apreensão nas regiões do Gama, Santa Maria, Ceilândia e Valparaíso de Goiás.

      Os empresários habilitavam máquinas de cartão de crédito e de débito em nome da empresa fantasma. Essas pessoas realizavam as vendas de suas mercadorias, sem contabilizar, os valores nas empresas da rede de padarias e farmácias. Os comerciantes estavam sonegando, o imposto devido ao Distrito Federal. O esquema perdurou entre 2017 e 2022. Tudo isso resultou, em R$ 15,5 milhões em impostos sonegados.

      Os beneficiários da fraude foram, os proprietários de uma rede de padarias e farmácias atuantes principalmente na região do Gama/DF. A sonegação fiscal ocorreu de duas maneiras: 1ª) os tributos da “empresa fantasma” não eram recolhidos. 2ª) o faturamento das empresas dos beneficiários do esquema, onde as máquinas de cartão eram utilizadas. Elas  sofreram, uma redução artificial e resultou, em sonegação dos impostos.

      Ficou comprovado que a “empresa fantasma” era operada, na realidade, por alguns dos sócios. Eles  eram responsáveis da mencionada rede de padarias e farmácias. O intuito foi colher, mais provas dos crimes investigados e robustecer, os elementos probatórios já reunidos.

      Como forma de reaver parte do prejuízo causado aos cofres públicos e descapitalizar, o grupo criminoso. Foi judicialmente determinado, o sequestro de bens e valores no montante correspondente à dívida, cerca de R$ 15,5 milhões. Até o momento, há indícios da prática dos crimes de Sonegação Fiscal, Falsidade Ideológica, Associação Criminosa e Lavagem de Dinheiro, delitos cujas penas somadas alcançam 24 anos de prisão.

      A Operação Bethlehem foi batizada, em razão do termo BETHLEHEM, do hebraico. O significado “casa do pão” faz, a remissão ao principal ramo de atuação do grupo investigado, uma rede de padarias, e contou com a participação de 60 Policiais Civis.

 

FONTE DAS INFORMAÇÕES:

www.pcdf.df.gov.br

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