OPERAÇÃO FORNITORI ENFRENTA
CRIME ORGANIZADO DO TRÁFICO DE DROGAS EM BRASÍLIA
FOTO DO SITE DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL
TERRITÓRIOS (MPDFT): www.mpdft.mp.br
E
FOTO DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.pcdf.df.gov.br
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e a Polícia
Civil (PCDF) deflagraram, a Operação Fornitori (FOTOS). O fato aconteceu, na manhã dessa sexta-feira, (19/06), aqui em Brasília.
O objetivo foi o combate, ao um crime organizado de traficantes e que até então
estava infernizado, o Planalto Central. Participaram
da operação a Promotoria de Justiça de Entorpecentes e a Delegacia de Repressão
ao Crime Organizado (DRACOL). Foram cumpridos 12 mandados de prisão temporária
e 18 de busca e apreensão em Taguatinga, Ceilândia e Recanto das Emas, “Boca do
Inferno”. A Operação Fornitori
expandiu-se, para o Goiás e o Mato Grosso do Sul.
A Operação Fornitori cumpriu, a missão de desarticular,
esse grupo responsável, por fornecer e transportar drogas de outros estados para
a capital federal. Os policiais civis apuraram, crimes de associação para o
tráfico, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Também foi determinado, o bloqueio de contas bancárias de até R$ 01
milhão por investigado. Houve também, o sequestro de sete imóveis avaliados em
R$ 05 milhões e veículos no Distrito Federal, em Goiás, em Mato Grosso do Sul e
em São Paulo. Foi autorizado ainda o acesso aos dados fiscais e financeiros dos
suspeitos e das empresas investigadas.
Os meliantes podem responderem, por tráfico interestadual de
drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e lavagem de capitais.
Somadas, as penas para esses crimes podem ultrapassar 40 anos de prisão.
A INVESTIGAÇÃO
A operação decorre de uma investigação iniciada, em 2023. O intuito
foi mapear, a estrutura de uma organização criminosa do Distrito Federal. Essa apuração
resultou na prisão de lideranças e executores dos crimes. A etapa atual
concentra-se, no escalão superior dessa máfia responsável, pelo abastecimento
atacadista. A facção faz, o transporte de substâncias ilícitas entre unidades
da federação, além da rede financeira e logística. Ela é usada para ocultar, os
rendimentos da atividade criminosa.
De acordo com o promotor de justiça Luiz Humberto de Oliveira, o
MPDFT e a PCDF têm atuado em conjunto para combater a atuação dessas
organizações criminosas no Distrito Federal. “Estamos buscando a inviabilidade
da instalação de facções já conhecidas, como PCC e Comando Vermelho, e também
enfraquecer essa facção nascida no DF, chamada Comboio do Cão. Essa aproximação
de instituições visa agilizar o fluxo de informações e dar celeridade a
decisões judiciais com o objetivo de impedir o crescimento dessas
organizações”, afirmou.
Segundo o delegado da Draco, Paulo Francisco, “as provas obtidas
nas primeiras investigações, com ênfase no ataque dessa organização criminosa,
foram utilizadas nesta operação e em outras que estão em curso”, explicou.
O crime de tráfico de drogas
é punido, pelo artigo 33 da Lei 11.343/2007, que diz: “nada tem de benéfico,
pois aumentou, a pena do tráfico de drogas, que era de 03 a 15 anos, para de 05
a 15 anos e impôs uma multa mais pesada 500 a 1.500 R$ dias-multa, o que tem
gerado grande discussão doutrinária e jurisprudencial acerca de sua incidência”.
Traficante é bandido, pilantra e safado. Ele é o câncer da
sociedade, o viciado nada mais é do que um escravo da “Indústria do Tráfico de
Drogas”, que dá a sua vida para enriquecer o maldito traficante. Esse
empresário do submundo do crime tem que ser preso, julgado, condenado, a pena
máxima e apodrecer no xilindró da Papuda, pra ficar esperto.
Quem deve a Deus e ao traficante paga, o diabo, com juro,
correção monetária e sem troco.
Eu só tenho, uma pergunta a fazer, pra você meu caro e querido
leitor:
_ “Desde quando, bandido assume, o que faz” ?
A verdade é que o Crime Organizado, em si é uma praga, que há mais
de 40 anos infelizmente instalou-se, no seio da sociedade brasileira e difícil
de ser destruído, mas não impossível. Basta, as autoridades, principalmente as
do Congresso Nacional fazerem, leis mais duras, rigorosas e sem brechas, para
passar, a mão na cabeça de criminoso nenhum e não poupar máfia nenhuma.
Passou da hora dos bandidos do Brasil, de uma forma geral, ou seja
“marginais pés de chinelo ou do colarinho branco, de terno e gravada sentirem,
o peso das mãos da Lei e da Justiça”. Isso, é, se é que existe Justiça de
verdade no Brasil.
FONTE DAS INFORMAÇÕES:
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